Agricultura conectada é aposta da John Deere para a Expointer 2018 - Digital Balde Branco

Com­pa­nhia des­ta­ca solu­ções que inte­gram pes­so­as, máqui­nas, tec­no­lo­gia e inte­li­gên­cia no campo

De acor­do com dados pré­vi­os divul­ga­dos pelo IBGE (Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Geo­gra­fia e Esta­tís­ti­ca) nes­te ano, a área ocu­pa­da pela agro­pe­cuá­ria no País cres­ceu 5% em 11 anos, che­gan­do a 350 milhões de hec­ta­res, atu­al­men­te. Quan­do fala­mos espe­ci­fi­ca­men­te do Rio Gran­de do Sul, este índi­ce sobe para 6,6%. O aumen­to de área cul­ti­vá­vel, ali­a­da à tec­no­lo­gia dis­po­ní­vel no setor, é sinô­ni­mo de mai­or pro­du­ti­vi­da­de para o agri­cul­tor. Ain­da de acor­do com a pes­qui­sa, o aces­so à inter­net no cam­po pas­sou de 75 mil para 1,4 milhão de pro­du­to­res rurais conec­ta­dos (cres­ci­men­to de 1790% em rela­ção a 2006), dado que cola­bo­ra ain­da mais para uma lavou­ra efi­ci­en­te. Exem­plos des­se avan­ço são as duas últi­mas safras de grãos do Bra­sil, que foram as mai­o­res já regis­tra­das na his­tó­ria do País.

Aten­ta à neces­si­da­de do pro­du­tor de bus­car na tec­no­lo­gia os recur­sos para pro­du­zir mais e de for­ma sus­ten­tá­vel, a John Dee­re con­fir­ma pre­sen­ça na pró­xi­ma edi­ção da Expoin­ter, de 25 de agos­to a 2 de setem­bro, em Esteio (RS). Com a cam­pa­nha #SóJohn­De­e­re­Co­nec­ta, a com­pa­nhia leva para a fei­ra suas máqui­nas e solu­ções inte­li­gen­tes, vol­ta­das para a agri­cul­tu­ra de pre­ci­são. “A John Dee­re ofe­re­ce a cone­xão entre maqui­ná­rio, tec­no­lo­gia, pes­so­as e inte­li­gên­cia. São qua­tro peças-cha­ve para trans­for­mar de vez a agri­cul­tu­ra de pre­ci­são no que cha­ma­mos de agri­cul­tu­ra de deci­são: uma rea­li­da­de em que o agri­cul­tor terá os dados em suas mãos para che­gar a uma deci­são mais asser­ti­va, em tem­po real, aumen­tan­do a pro­du­ti­vi­da­de e ren­ta­bi­li­da­de de sua lavou­ra. Mos­tra­re­mos no even­to solu­ções que são menos fer­ro e mais inte­li­gên­cia, e que cola­bo­ram para uma agri­cul­tu­ra mais sus­ten­tá­vel, em todos os sen­ti­dos”, diz Rodri­go Bona­to, dire­tor de Ven­das da John Dee­re Brasil.

Para a Expoin­ter 2018, o gran­de des­ta­que da com­pa­nhia é o Cen­tro de Ope­ra­ções, pla­ta­for­ma lan­ça­da recen­te­men­te pela empre­sa, que rea­li­za o geren­ci­a­men­to de dados onli­ne, inte­gran­do infor­ma­ções das máqui­nas, de pro­du­ção e agronô­mi­cas para pro­por­ci­o­nar melho­res deci­sões ao pro­du­tor. As infor­ma­ções obti­das duran­te as diver­sas fases da lavou­ra, por meio do JDLink™ – sis­te­ma de ges­tão de máqui­nas e fro­ta da mar­ca –, são cen­tra­li­za­das no Cen­tro de Ope­ra­ções e, com estes dados em mãos, o agri­cul­tor pode oti­mi­zar a ope­ra­ção das máqui­nas, iden­ti­fi­car pos­sí­veis redu­ções de cus­tos, tor­nar a apli­ca­ção de insu­mos mais efi­ci­en­te etc, tudo isso à dis­tân­cia. “Tra­ta-se de uma fer­ra­men­ta aber­ta e demo­crá­ti­ca, indi­ca­da não só para gran­des pro­du­to­res, mas para todos os per­fis e por­tes de agri­cul­to­res, inclu­si­ve com ganhos reais para a agri­cul­tu­ra fami­li­ar, que hoje repre­sen­ta qua­se 84% dos esta­be­le­ci­men­tos rurais bra­si­lei­ros, segun­do o Minis­té­rio do Desen­vol­vi­men­to Agrá­rio”, afir­ma Bonato.

Tam­bém em linha com a cam­pa­nha #SóJohn­De­e­re­Co­nec­ta, e para pos­si­bi­li­tar a uti­li­za­ção de 100% dos bene­fí­ci­os de suas máqui­nas e tec­no­lo­gi­as, a John Dee­re apre­sen­ta em agos­to, para a região Sul do País, o “Conec­ti­vi­da­de Rural”, ini­ci­a­ti­va lan­ça­da nes­te ano, em par­ce­ria com a Tró­pi­co – empre­sa dedi­ca­da ao desen­vol­vi­men­to, pro­du­ção e dis­tri­bui­ção de moder­nos equi­pa­men­tos de tele­co­mu­ni­ca­ções –, que leva­rá inter­net para locais do País que não con­tam com conec­ti­vi­da­de, por meio de tor­res de trans­mis­são ins­ta­la­das na pro­pri­e­da­de do agricultor.

“Somen­te a John Dee­re ofe­re­ce um ecos­sis­te­ma com­ple­to e conec­ta­do de tec­no­lo­gia, resul­ta­do do nos­so inves­ti­men­to diá­rio de US$ 4 milhões em pes­qui­sa e ino­va­ção em todo o mun­do. Com a inte­gra­ção entre o JDLink™, o Cen­tro de Ope­ra­ções e o Conec­ti­vi­da­de Rural, a rea­li­da­de dos agri­cul­to­res bra­si­lei­ros ganha novas pers­pec­ti­vas”, garan­te Bonato.

Solu­ções completas

Nes­te ano, a com­pa­nhia apre­sen­ta na Expoin­ter um estan­de divi­di­do con­for­me as fases da lavou­ra (pre­pa­ro de solo, plan­tio, tra­tos cul­tu­rais e colhei­ta) para que, de for­ma visu­al, o públi­co da fei­ra pos­sa per­ce­ber as cone­xões entre as máqui­nas da John Dee­re e o Cen­tro de Ope­ra­ções, demons­tran­do os bene­fí­ci­os e a inte­gra­ção entre a pla­ta­for­ma e as demais solu­ções inte­li­gen­tes da marca.

Além de um port­fó­lio com­ple­to dedi­ca­do ao agro­ne­gó­cio, a John Dee­re tam­bém vai expor a retro­es­ca­va­dei­ra 310L, um dos des­ta­ques da divi­são de Cons­tru­ção. “Esses equi­pa­men­tos são extre­ma­men­te ver­sá­teis, pois, além de ser­vi­rem para a cons­tru­ção de estra­das e apoi­a­rem o desen­vol­vi­men­to da infra­es­tru­tu­ra da fazen­da, podem ser uti­li­za­dos em pro­du­ções agrí­co­las, como na mani­pu­la­ção de mate­ri­ais, no trans­por­te e esco­a­men­to da pro­du­ção etc”, expli­ca Rober­to Mar­ques, dire­tor de Ven­das da divi­são de Cons­tru­ção da John Dee­re Brasil.

Soma­do a isso, a John Dee­re leva­rá à Expoin­ter os ser­vi­ços de pós-ven­das, um dife­ren­ci­al da com­pa­nhia, com pro­fis­si­o­nais trei­na­dos, rea­li­zan­do com exce­lên­cia ser­vi­ços de oti­mi­za­ção e manu­ten­ções pre­ven­ti­vas, assim como a dis­po­ni­bi­li­da­de de peças e ser­vi­ços, a fim de garan­tir que as máqui­nas entre­guem seu poten­ci­al máxi­mo e con­tri­bu­am para a mai­or pro­du­ti­vi­da­de no cam­po; e as opções de finan­ci­a­men­to ofe­re­ci­das pelo Ban­co John Dee­re e pelo Con­sór­cio John Dee­re, que aten­dem a pro­du­to­res de todos os tama­nhos e tipos de cultura.

E as expec­ta­ti­vas da com­pa­nhia para a Expoin­ter 2018 são mui­to posi­ti­vas. Na região Sul do País, a área plan­ta­da de grãos tem cres­ci­do com o suces­so da soja e com a rota­ção da cul­tu­ra do arroz, devi­do a novas vari­e­da­des resis­ten­tes a exces­sos hídri­cos e mane­jo mais efi­ci­en­te com uso da tec­no­lo­gia de agri­cul­tu­ra de pre­ci­são. “Já são 300 mil hec­ta­res de soja sen­do plan­ta­das no Rio Gran­de do Sul em rota­ção com arroz, com um poten­ci­al de che­gar­mos a 1 milhão de hec­ta­res, o que tra­rá uma ren­da de R$ 3,2 bilhões para o setor e uma pers­pec­ti­va pro­mis­so­ra para o mer­ca­do de máqui­nas e solu­ções tec­no­ló­gi­cas”, con­clui Bona­to, dire­tor de Ven­das da John Dee­re Brasil.

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