Agronegócio segura a balança comercial - Digital Balde Branco

As expor­ta­ções bra­si­lei­ras do agro­ne­gó­cio atin­gi­ram, no pri­mei­ro semes­tre des­te ano, US$ 45 bilhões. Este valor repre­sen­ta meta­de das ven­das exter­nas totais do País, no perío­do, segun­do dados divul­ga­dos pelo Minis­té­rio da Indús­tria, Comér­cio Exte­ri­or e Ser­vi­ços. A balan­ça comer­ci­al do setor foi supe­ra­vi­tá­ria em US$ 38,9 bilhões, alta de 7,5% em rela­ção ao mes­mo perío­do do ano pas­sa­do. Sem a pre­sen­ça do agro­ne­gó­cio, o Bra­sil teria défi­cit de US$ 15,3 bilhões.

Enquan­to hou­ve retra­ção de 4,3% nas expor­ta­ções totais do Bra­sil, o agro­ne­gó­cio obte­ve cres­ci­men­to de 4% em suas ven­das exter­nas, com incre­men­to de US$ 1,7 bilhão. O sal­do comer­ci­al do agro­ne­gó­cio (expor­ta­ções menos impor­ta­ções) foi impul­si­o­na­do prin­ci­pal­men­te pelo aumen­to dos embar­ques, mas tam­bém pela que­da de 13,7% nas impor­ta­ções do segmento.

A Chi­na foi o prin­ci­pal des­ti­no das expor­ta­ções do Bra­sil no pri­mei­ro semes­tre de 2016, com recei­ta de US$ 11,4 bilhões (17,2%). O País con­ti­nua ten­do um papel fun­da­men­tal na balan­ça comer­ci­al bra­si­lei­ra, prin­ci­pal­men­te em rela­ção à deman­da por pro­du­tos agro­pe­cuá­ri­os, com des­ta­que espe­ci­al para a com­pra de soja.

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