China: uma referência no mercado - Digital Balde Branco

A Chi­na con­ti­nua bali­zan­do o mer­ca­do inter­na­ci­o­nal de lác­te­os. Sua mais nova estra­té­gia são os Tra­ta­dos de Livre Comér­cio, assi­na­dos com Nova Zelân­dia, Aus­trá­lia, Chi­le, Cos­ta Rica e Peru. E o prin­ci­pal pro­du­to lác­teo impor­ta­do pelos chi­ne­ses são ain­da fór­mu­las infan­tis, com US$ 3,732 bilhões impor­ta­dos em 2015, dos quais, 24%, 11% e 10% cor­res­pon­dem a ven­das rea­li­za­das por Holan­da, Irlan­da e Ale­ma­nha, respectivamente.

Segun­do o por­tal Valor Soja, a Chi­na se con­ver­teu no mai­or mer­ca­do do mun­do para fór­mu­las lác­te­as infan­tis após o escân­da­lo de con­ta­mi­na­ção do lei­te com mela­mi­na em 2008. Para favo­re­cer essa deman­da de fór­mu­las infan­tis impor­ta­das, as auto­ri­da­des do gover­no cen­tral chi­nês redu­zi­ram a tari­fa de impor­ta­ção em 5%, de manei­ra tal a faci­li­tar a entra­da des­ses produtos.

O segun­do mer­ca­do de lác­te­os mais impor­tan­te é o de lei­te em pó, lide­ra­do pela Nova Zelân­dia, que em 2015 ficou com 79% do mer­ca­do chi­nês, com ven­das de US$ 1,197 bilhão. Além da van­ta­gem geo­grá­fi­ca, que repre­sen­ta um menor cus­to de fre­te, em 2008, a Nova Zelân­dia e a Chi­na con­cre­ti­za­ram um TLC por meio do qual se deter­mi­nou uma tari­fa decres­cen­te para as impor­ta­ções chi­ne­sas de lei­te em pó neo­ze­lan­dês, até desa­pa­re­cer em 2019.

Quan­to ao lei­te flui­do lon­ga vida, no ano pas­sa­do, a Chi­na impor­tou US$ 485 milhões (com Ale­ma­nha e Nova Zelân­dia fican­do com 31% e 24% do mer­ca­do, res­pec­ti­va­men­te), enquan­to as com­pras de quei­jos foram de US$ 348 milhões (com Nova Zelân­dia lide­ran­do o seg­men­to, com 46% do mer­ca­do, segui­da por Aus­trá­lia e Esta­dos Uni­dos, com 19% e 15%, respectivamente).

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