Estratégias para reduzir os custos da dieta com o uso de coprodutos - Digital Balde Branco

CARTA AO LEITOR

Estratégias para reduzir os

custos da dieta com o uso de

COPRODUTOS

O alto cus­to dos prin­ci­pais ingre­di­en­tes do con­cen­tra­do tem pro­vo­ca­do mui­ta dor de cabe­ça aos pro­du­to­res nos últi­mos meses. Con­sequên­cia: dimi­nui­ção da mar­gem da ati­vi­da­de lei­tei­ra. E o que res­ta ao pro­du­tor, além de recla­mar ao ven­to? O reco­men­dá­vel é focar, den­tro da por­tei­ra, na melho­ria da ges­tão de todas as eta­pas da ati­vi­da­de, e mirar no fator de mai­or cus­to: o mane­jo nutri­ci­o­nal. E, cla­ro, nos mais caros, que são o milho e a soja. O desa­fio é fazer isso sem com­pro­me­ter a qua­li­da­de da die­ta, con­tan­do sem­pre com a ori­en­ta­ção de um téc­ni­co em nutrição.

Daí que nos­sa repor­ta­gem de capa são os copro­du­tos (sub­pro­du­tos), resí­du­os gera­dos pela indús­tria de ali­men­tos. Eles têm óti­mo valor nutri­ci­o­nal e são alter­na­ti­vas estra­té­gi­cas não só para redu­zir cus­tos como tam­bém para balan­ce­ar a die­ta. No tex­to, conhe­ça mais sobre as van­ta­gens e as manei­ras cor­re­tas de uti­li­zar, por exem­plo, o DDG (resí­duo do milho, na fabri­ca­ção do eta­nol), a cas­qui­nha de soja, o fare­lo e o caro­ço de algo­dão, a ceva­da e a pol­pa cítri­ca).

Levan­do mais infor­ma­ções para nos­sos lei­to­res, des­ta­ca­mos ain­da, no que­si­to evo­lu­ção gené­ti­ca, a raça de dupla apti­dão Simen­tal e suas rami­fi­ca­ções, Sim­lan­dês e Sim­bra­sil, que fazem boni­to em mui­tas fazen­das do País. Para com­ple­tar o car­dá­pio de temas des­ta edi­ção, repor­ta­gens sobre botu­lis­mo, efi­ci­ên­cia repro­du­ti­va, enfe­za­men­to do milho, lei­te em Goiás e o uso do tri­go como pas­to e sila­gem, no Sul.

Fechan­do o leque de rele­van­tes in­formações, nos­sa entre­vis­ta­da é Mari­a­na Brant, expert em qua­li­da­de do lei­te e dire­to­ra da con­sul­to­ria +Lei­te, que pres­ta assis­tên­cia téc­ni­ca a pro­du­to­res de diver­sas regiões de Minas Gerais e do sul da Bahia.

Boa lei­tu­ra, mui­ta saú­de e paz!

João Antô­nio dos Santos

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