Federação para cooperativas de leite de Minas - Digital Balde Branco

Coo­pe­ra­ti­vas de pro­du­to­res de lei­te de Minas Gerais consti­tuíram uma fede­ra­ção visan­do ao for­ta­le­ci­men­to do setor. Até ago­ra são 22 que, reu­ni­das, cons­ti­tu­em a Feco­a­gro Lei­te Minas-Fede­ra­ção das Coo­pe­ra­ti­vas Agro­pe­cuá­ri­as de Lei­te em Minas Gerais. Tra­ta-se de uma ação vol­ta­da para res­ga­tar a repre­sen­ta­ti­vi­da­de des­se tipo de empre­sas no mer­ca­do de lei­te, cuja pre­sen­ça hoje não pas­sa de 30%, enquan­to há 10 anos atrás che­ga­va a 54,2% no Estado.

É con­tra essa ten­dên­cia que a nova enti­da­de irá atu­ar no pla­no de repre­sen­ta­ção polí­ti­ca, soci­al e de coo­pe­ra­ção téc­ni­ca, ten­do a mis­são de inte­grar, ori­en­tar e coor­de­nar ati­vi­da­des rela­ci­o­na­das às coo­pe­ra­ti­vas agro­pe­cuá­ri­as sin­gu­la­res, mis­tas e cen­trais. A orga­nização de defe­sa do setor foi for­mal­men­te regis­tra­da em mar­ço, rati­fi­can­do um pro­ces­so de sete meses de reu­niões e tra­ta­ti­vas da anti­ga Comis­são das Coo­pe­ra­ti­vas Agro­pe­cuá­ri­as de Lei­te de Minas Gerais, com o apoio do Sis­te­ma Ocemg.

Para o dire­tor exe­cu­ti­vo do Con­sór­cio Coo­pe­ra­ti­vo do Gru­po Cemil, Nidel­son Tei­xei­ra, o tra­ba­lho que pre­ce­deu a cri­a­ção da atu­al fede­ra­ção ser­viu de base para as toma­das de deci­são do gru­po. “A nova orga­ni­za­ção tem o intui­to de for­ta­le­cer o seg­men­to e fazer valer os ansei­os dos pro­du­to­res de Minas Gerais, que têm uma par­ti­ci­pa­ção sig­ni­fi­ca­ti­va da pro­du­ção de lei­te no País. Por isso, faz sen­ti­do a gen­te se orga­ni­zar para que essa cadeia, coo­pe­ra­dos e coo­pe­ra­ti­vas este­jam cada dia mais for­tes”, disse.

Na visão do vice-pre­si­den­te da enti­da­de, Luiz Gon­za­ga Via­na Lage, o foco a par­tir de ago­ra é que as 210 coo­pe­ra­ti­vas agro­pe­cuá­ri­as de Minas Gerais façam valer o prin­cí­pio da inter­cooperação. “Quan­do nos uni­mos, con­se­gui­mos ter uma visão mais ampla dos negó­ci­os. A Feco­a­gro Lei­te Minas repre­sen­ta um pas­so mui­to impor­tan­te para o seg­men­to coo­pe­ra­ti­vis­ta daqui para fren­te”, frisou.

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