Financiamento para o leite é ampliado em SP - Digital Balde Branco

Mais pra­zo e mais itens fazer par­te do pro­gra­ma de finan­ci­a­men­to do gover­no pau­lis­ta para os pro­du­to­res de lei­te do estado

Lan­ça­do pelo gover­na­dor Geral­do Alck­min, no últi­mo dia 28 de julho, em Regen­te Fei­jó-SP, o Pla­no Mais Lei­te, Mais Ren­da inclui melho­res con­di­ções de finan­ci­a­men­to ao pro­du­tor que quei­ra aumen­tar pro­du­ção, pro­du­ti­vi­da­de e ren­da. Os inte­res­sa­dos terão ago­ra mais pra­zo para pagar e pode finan­ci­ar mais itens para desen­vol­ver sua atividade.

As alte­ra­ções foram fei­tas nas linhas de finan­ci­a­men­to do Fun­do de Expan­são do Agro­ne­gó­cio Pau­lis­ta – o Ban­co do Agro­ne­gó­cio Fami­li­ar (Feap/Banagro), da Secre­ta­ria de Agri­cul­tu­ra e Abas­te­ci­men­to. O pra­zo para paga­men­to aumen­tou de cin­co para seis anos, inclu­so um ano de carên­cia – com teto de R$ 200 mil por pes­soa físi­ca ou jurídica.

“São alte­ra­ções fei­tas pen­san­do em aten­der 100% das neces­si­da­des do pro­du­tor em ter­mos de inves­ti­men­to”, expli­ca o enge­nhei­ro agrô­no­mo Fer­nan­do Alui­zio Pon­tes de Oli­vei­ra Pen­te­a­do, secre­tá­rio-exe­cu­ti­vo do Feap, lem­bran­do que “são ações casa­das com o Pla­no Mais Lei­te, Mais Renda”.

Para o Pro­je­to Pecuá­ria de Lei­te, entre os itens finan­ciá­veis estão: aqui­si­ção de matri­zes e repro­du­to­res; for­ma­ção ou refor­ma de pas­ta­gens, capi­nei­ras, cana­vi­ais for­ra­gei­ros e cul­tu­ras cícli­cas para a pro­du­ção de volu­mo­sos ou sila­gem; cons­tru­ção e/ou ade­qua­ção de está­bu­los lei­tei­ros, con­tem­plan­do cur­rais; bezer­rei­ros, salas de orde­nha e de lei­te com os equi­pa­men­tos res­pec­ti­vos; insu­mos e kits para mane­jo repro­du­ti­vo e inse­mi­na­ção arti­fi­ci­al; implan­ta­ção de sis­te­ma de irri­ga­ção, caso seja com­ple­men­tar ao inves­ti­men­to pro­pos­to; ações de cus­teio asso­ci­a­das (vaci­nas, adu­bos, remé­di­os, ração), no limi­te de até 30% do valor financiado.

Para o Pro­je­to Qua­li­da­de do Lei­te, a mudan­ça tam­bém amplia os itens finan­ciá­veis e inclui a cons­tru­ção de ins­ta­la­ções das salas de orde­nha e de lei­te, que antes só podi­am ser refor­ma­das ou ade­qua­das. O pecu­a­ris­ta de lei­te pode finan­ci­ar pelo Feap: cons­tru­ção, refor­ma e/ou ade­qua­ção de ins­ta­la­ções, con­tem­plan­do a aqui­si­ção de tan­ques de expan­são, pré-res­fri­a­do­res e res­fri­a­do­res, orde­nha­dei­ras mecâ­ni­cas, como tam­bém outros equi­pa­men­tos espe­cí­fi­cos para a melho­ria da qua­li­da­de do leite.

“Ampli­a­mos os itens para dar mais con­di­ções à ati­vi­da­de do nos­so pecu­a­ris­ta de lei­te, que terá tam­bém um ano a mais de pra­zo para pagar o finan­ci­a­men­to. Que­re­mos aumen­tar a pro­du­ti­vi­da­de e ren­da des­sas pro­pri­e­da­des, auxi­li­an­do o pro­du­tor rural como sem­pre nos ori­en­ta o gover­na­dor Geral­do Alck­min”, des­ta­cou o secre­tá­rio Arnal­do Jardim.

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por Helio Filho, da asses­so­ria de Comu­ni­ca­ção da Secre­ta­ria da Agri­cul­tu­ra do Esta­do de São Paulo

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