Frases - Digital Balde Branco

Eficiência em MT 

Vil­ma Ribei­ro Sér­gio Lopes
pro­du­to­ra do Sítio Sonho Meu, de Iti­qui­ra (MT)

Des­de a pri­mei­ra visi­ta do téc­ni­co de cam­po do Senar-MT, Leo­nar­do Frei­tas, foi esta­be­le­ci­da uma meta para a pro­pri­e­da­de atin­gir os 500 litros/leite/dia em 12 meses, com a mes­ma quan­ti­da­de de ani­mais, ou seja, 28 vacas em lac­ta­ção. Só que em ape­nas 10 meses o obje­ti­vo foi alcan­ça­do e supe­ra­do, com a mar­ca de pro­du­ção de 640 litros/leite/dia

Palma forrageira

Gher­man Gar­cia Leal de Araú­jo
zoo­tec­nis­ta e pes­qui­sa­dor da Embra­pa Semiárido

Não temos dúvi­da de que a pal­ma for­ra­gei­ra seja a melhor estra­té­gia para a pecuá­ria lei­tei­ra do Semiá­ri­do bra­si­lei­ro. Ela é uma una­ni­mi­da­de por par­te de pro­du­to­res e téc­ni­cos da região. Em todo o Semiá­ri­do, já se esti­mam mais de 500 mil hec­ta­res plan­ta­dos e, no Cea­rá, ela se encon­tra em ple­na expan­são. As baci­as lei­tei­ras loca­li­za­das nas regiões de menor pre­ci­pi­ta­ção e mai­or eva­po­trans­pi­ra­ção, onde a pal­ma pas­sou a ser uma fon­te de car­boi­dra­to (ener­gia) e água, dimi­nuí­ram expres­si­va­men­te a vul­ne­ra­bi­li­da­de de seus sis­te­mas. A pal­ma dimi­nui a entra­da de insu­mos como milho e soja na pro­pri­e­da­de e aju­da a man­ter os cus­tos mais bai­xos

Metas da Abraleite

Geral­do Bor­ges
pre­si­den­te da Asso­ci­a­ção Bra­si­lei­ra dos Pro­du­to­res de Leite

A Abra­lei­te inten­si­fi­ca­rá, no tri­ê­nio 2021/2023, a ges­tão das pro­pos­tas de polí­ti­cas públi­cas visan­do ao for­ta­le­ci­men­to da cadeia pro­du­ti­va do lei­te, com for­te atu­a­ção jun­to à Câma­ra e ao Sena­do, para con­se­guir mais cele­ri­da­de na tra­mi­ta­ção dos pro­je­tos de lei e uma cobran­ça e apoio mai­o­res ain­da ao gover­no fede­ral nas deze­nas de plei­tos da Abra­lei­te, aos minis­té­ri­os e outros órgãos públi­cos. A melho­ria das rela­ções ins­ti­tu­ci­o­nais e entre os elos da cadeia pro­du­ti­va tam­bém será mais tra­ba­lha­da

Brucelose

Raul Mas­ca­re­nhas
médi­co vete­ri­ná­rio da Embra­pa Pecuá­ria Sudeste

O pro­du­tor bra­si­lei­ro está mais aten­to aos pre­juí­zos que a bru­ce­lo­se é capaz de cau­sar do que 20 anos atrás, quan­do sur­giu o pro­gra­ma de con­tro­le e erra­di­ca­ção do Minis­té­rio da Agri­cul­tu­ra. Porém, os avan­ços que con­se­gui­mos não são sufi­ci­en­tes. Ape­sar de ser obri­ga­tó­ria a vaci­na­ção con­tra a bru­ce­lo­se, difi­cil­men­te os Esta­dos con­se­guem uma taxa de 100% dos ani­mais vaci­na­dos na fai­xa de ida­de entre 3 e 8 meses, o que nos mos­tra que há pro­du­to­res neces­si­tan­do de assis­tên­cia téc­ni­ca e que pre­ci­sam com­pre­en­der a impor­tân­cia da sua ação para a melho­ria da sani­da­de do reba­nho naci­o­nal

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