Frases - Digital Balde Branco

Melhoramento

Timotheo Sil­vei­ra
supe­rin­ten­den­te téc­ni­co da ABCBRH

Con­for­me os dados que temos na pri­mei­ra ava­li­a­ção gené­ti­ca naci­o­nal, desen­vol­vi­da pela Asso­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de Cri­a­do­res de Bovi­nos da Raça Holandesa/Embrapa Gado de Lei­te, a con­tri­bui­ção do melho­ra­men­to gené­ti­co foi em cen­te­nas de qui­los de lei­te. Apro­xi­ma­da­men­te em 10 anos, fala­mos de 300 kg de lei­te a mais por lac­ta­ção na média de todos os ani­mais ava­li­a­dos. Em milha­res de ani­mais, isso é um avan­ço fan­tás­ti­co

Subnutrição

Ronal­do Car­va­lho
médi­co vete­ri­ná­rio da Cia do Leite

Para o pro­du­tor ter uma ideia do impac­to da sub­nu­tri­ção, quan­do faze­mos o exa­me gine­co­ló­gi­co da vaca sub­nu­tri­da, o ová­rio, geral­men­te, está do tama­nho de um caro­ço de fei­jão, devi­do ao fato de esse ani­mal entrar no pro­ces­so pelo qual cha­ma­mos de anes­tro. A sub­nu­tri­ção leva ao anes­tro fisi­o­ló­gi­co, quan­do o ani­mal dei­xa de empre­nhar, por­que não tem comi­da sufi­ci­en­te para per­pe­tu­ar a espé­cie

Mastite

Ales­san­dro de Sá Gui­ma­rães
pes­qui­sa­dor da Embra­pa Gado de Leite

Uma das doen­ças mais impor­tan­tes na pecuá­ria lei­tei­ra é a mas­ti­te e o vete­ri­ná­rio pode ori­en­tar o pro­du­tor no con­tro­le da doen­ça no reba­nho e no tra­ta­men­to dos casos de mas­ti­te clí­ni­ca. Ele tam­bém deve moni­to­rar os agen­tes cau­sa­do­res da mas­ti­te em cada reba­nho por meio de tes­tes micro­bi­o­ló­gi­cos segui­dos por anti­bi­o­gra­mas, em que é pos­sí­vel iden­ti­fi­car as bac­té­ri­as pre­sen­tes e os anti­mi­cro­bi­a­nos mais efi­ca­zes para tra­ta­men­to (casos clí­ni­cos) e pre­ven­ção (vacas secas). Cada pro­pri­e­da­de tem um per­fil de agen­tes cau­sa­do­res de mas­ti­te e de sen­si­bi­li­da­de a anti­mi­cro­bi­a­nos, por isso o moni­to­ra­men­to des­se per­fil e o regis­tro dos casos de mas­ti­te sub­clí­ni­ca e cli­ni­ca é impor­tan­te. Antes da com­pra de ani­mais, é impor­tan­te cole­tar amos­tras de lei­te para cul­tu­ra micro­bi­o­ló­gi­ca

Moscas-dos-chifres

Már­cia de Sena Oli­vei­ra
pes­qui­sa­do­ra da Embra­pa Pecuá­ria Sudeste

Nome­a­da cien­ti­fi­ca­men­te como Hae­ma­to­bia irri­tans, a mos­ca-dos-chi­fres apre­sen­ta mui­tas par­ti­cu­la­ri­da­des, que são pri­ma­ri­a­men­te res­pon­sá­veis pelo rápi­do desen­vol­vi­men­to de resis­tên­cia aos pes­ti­ci­das. O prin­ci­pal fator é o con­ta­to cons­tan­te do inse­to com as bases quí­mi­cas usa­das para o con­tro­le do car­ra­pa­to e de outras mos­cas. Asso­ci­a­do a isso, tem o pro­ble­ma rela­ci­o­na­do ao uso de pes­ti­ci­das de con­ta­to, de lon­ga ação, e o uso de brin­cos impreg­na­dos, que fazem com que as mos­cas tenham um con­ta­to pro­lon­ga­do com bai­xas doses, o que leva inva­ri­a­vel­men­te à sobre­vi­vên­cia de mui­tos indi­ví­du­os nas popu­la­ções

Lesões de casco

Glei­son Moras
médi­co veterinário

Um ani­mal clau­di­can­do che­ga a per­der em tor­no de 30% a 40% de sua capa­ci­da­de de pro­du­ção de lei­te, sem con­tar todas as outras per­das, por­que, depen­den­do do grau da lesão, o ani­mal não vai se ali­men­tar direi­to e a vida repro­du­ti­va será afe­ta­da. Quan­do a vaca está com uma lesão mui­to gra­ve, é bem pos­sí­vel que seja des­car­ta­da. Ou seja, esse pro­ble­ma gera um gran­de impac­to na vida do pro­du­tor de lei­te

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