Frases - Digital Balde Branco

Cooperativismo

Ronei Vol­pi
pro­du­tor de lei­te e pre­si­den­te da Comis­são Téc­ni­ca de Bovi­no­cul­tu­ra de Lei­te da Faep

Com cer­te­za a pre­sen­ça das coo­pe­ra­ti­vas é extre­ma­men­te impor­tan­te, tan­to que o Para­ná, hoje, é reco­nhe­ci­do como o Esta­do que pos­sui o sis­te­ma coo­pe­ra­ti­vo mais for­te do País. Já com rela­ção ao lei­te, isso tam­bém é váli­do, pois nós temos peque­nas, médi­as e gran­des coo­pe­ra­ti­vas que se dedi­cam ao lei­te com seri­e­da­de, dan­do supor­te aos pro­du­to­res tan­to na assis­tên­cia téc­ni­ca para pro­du­ção quan­to na comer­ci­a­li­za­ção dos pro­du­tos lác­te­os. Não menos impor­tan­te é a par­ti­ci­pa­ção da ini­ci­a­ti­va pri­va­da, como as gran­des empre­sas do setor no Para­ná, que, quan­do não estão pre­sen­tes como indús­tri­as, cap­tam a pro­du­ção para­na­en­se da maté­ria-pri­ma e fazem o pro­ces­sa­men­to final em outros Esta­dos, prin­ci­pal­men­te no Esta­do de São Paulo”

Hiperqueratose

Heloi­se Duar­te
médi­ca vete­ri­ná­ria e dire­to­ra
ope­ra­ci­o­nal do Ideagri

Quan­do a hiper­que­ra­to­se leva ao fecha­men­to incom­ple­to da por­ção exter­na do canal do teto, dei­xa a ‘por­ta aber­ta’ para a inva­são do úbe­re por pató­ge­nos que podem cau­sar mas­ti­te clí­ni­ca e sub­clí­ni­ca. As lesões na pon­ta do teto podem aumen­tar a ocor­rên­cia da mas­ti­te no reba­nho em até sete vezes. Em rela­ção à per­cep­ção dos produtores/clientes do Ide­a­gri quan­to a este pro­ble­ma, pode­mos afir­mar que a pre­o­cu­pa­ção exis­te, espe­ci­al­men­te por par­te das fazen­das com con­tro­les mais com­ple­tos, vis­to que se dedi­cam à ava­li­a­ção dos tetos, ao lan­ça­men­to das obser­va­ções no sis­te­ma e ao acom­pa­nha­men­to da evo­lu­ção das lesões”

Gargalo

Ubi­ra­ja­ra Zap­po­ni
médi­co vete­ri­ná­rio e ges­tor da Coo­pe­ra­ti­va dos Pro­du­to­res de Lei­te do Oes­te da Bahia

A fal­ta de estru­tu­ra na assis­tên­cia téc­ni­ca efe­ti­va e de lon­go pra­zo a esses pro­du­to­res é o segun­do pon­to das difi­cul­da­des de um cres­ci­men­to mais expres­si­vo da bacia lei­tei­ra regi­o­nal. A exten­são rural é fun­da­men­tal para o suces­so da ati­vi­da­de lei­tei­ra, nota­da­men­te para o peque­no e o médio pro­du­tor, que não dis­põem de mui­tos recur­sos para con­tra­tar pro­fis­si­o­nais inde­pen­den­tes ou empre­sas espe­ci­a­li­za­das para lhes pres­ta­rem con­sul­to­ria técnica”

Emissões dos GEE

Patrí­cia Peron­di Anchão Oli­vei­ra
pro­fes­so­ra e pes­qui­sa­do­ra de pas­ta­gens e for­ra­gi­cul­tu­ra da Embra­pa Pecuá­ria Sudeste

As emis­sões dos gases do efei­to estu­fa (GEE) por litro de lei­te no Bra­sil, con­for­me tra­ba­lhos rea­li­za­dos na Embra­pa em sis­te­mas de pro­du­ção com pas­ta­gens inten­si­vas e bem mane­ja­das explo­ra­das por vacas espe­ci­a­li­za­das (alta pro­du­ção de lei­te, perío­do de lac­ta­ção supe­ri­or a 10 meses e inter­va­lo entre par­tos ao redor de 12 meses), foram com­pa­tí­veis com os melho­res sis­te­mas de pro­du­ção mundiais”