FRASES 665 - Digital Balde Branco

queijo artesanal

É mui­to difí­cil con­quis­tar esse nicho de mer­ca­do, extre­ma­men­te exi­gen­te e pro­fun­do conhe­ce­dor do assun­to. Quan­do apre­sen­ta­mos os pro­du­tos, eles que­rem refe­rên­ci­as sobre a ori­gem, sobre­tu­do quan­to à segu­ran­ça do ali­men­to e à sani­da­de do reba­nho. Até o pro­du­tor de quei­jos arte­sa­nais se esta­be­le­cer no mer­ca­do, é um cami­nho árduo e lon­go, puxa­do pela qua­li­da­de e dife­ren­ci­ais do pro­du­to

João Lau­ra (João Antô­nio Noguei­ra Filho)
pro­du­tor de lei­te e de quei­jos arte­sa­nais na Fazen­da Velha e Quei­ja­ria San­to Antô­nio, em Pas­sa Qua­tro (MG)

mastite

Quan­do não são apli­ca­das medi­das efi­ca­zes de con­tro­le de mas­ti­te duran­te o perío­do seco, há aumen­to de quar­tos infec­ta­dos no momen­to do par­to em rela­ção à seca­gem. Vacas com his­tó­ri­co de mas­ti­te na lac­ta­ção ante­ri­or têm duas vezes mais ris­co de desen­vol­ver mas­ti­te na lac­ta­ção seguin­te. A mai­o­ria des­ses novos casos desen­vol­ve-se no fim da lac­ta­ção, duran­te as três pri­mei­ras sema­nas após a seca­gem e duran­te os está­gi­os finais do perío­do seco

Mar­cos Vei­ga dos San­tos
pro­fes­sor da FMVZ-USP e coau­tor do livro “Con­tro­le da mas­ti­te e qua­li­da­de do lei­te – desa­fio e soluções”

concentrado

Ana­li­san­do o ban­co de dados da con­sul­to­ria Labor Rural, temos que as fazen­das mais ren­tá­veis com­pro­me­tem até 35% da ren­da bru­ta da ati­vi­da­de com con­cen­tra­do. Vale res­sal­tar que o ide­al, para as pro­pri­e­da­des com cus­to mai­or, não é bai­xar desen­fre­a­da­men­te os gas­tos com con­cen­tra­do, mas sim equi­li­brar essa des­pe­sa

Wil­li­an Mari­a­no
zoo­tec­nis­ta e con­sul­tor da Labor Rural

sanidade

Não adi­an­ta rea­li­zar vaci­na­ção sem o pro­to­co­lo cor­re­to, ou seja, sem res­pei­tar a frequên­cia cor­re­ta de imu­ni­za­ção, que varia de acor­do com a doen­ça. Para doen­ças de cará­ter crô­ni­co (tuber­cu­lo­se e bru­ce­lo­se, por exem­plo), obser­va­mos redu­ção con­si­de­rá­vel do sacri­fí­cio de ani­mais posi­ti­vos, ao lon­go do tem­po

Gui­lher­me Nunes de Sou­za
da Embra­pa Gado de Leite

dentro da porteira

Temos um enor­me poten­ci­al de cres­ci­men­to ao ven­cer gar­ga­los den­tro da por­tei­ra, com a neces­si­da­de de qua­li­fi­ca­ção dos pro­du­to­res, ado­ção de tec­no­lo­gi­as já dis­po­ní­veis ao cam­po, assis­tên­cia téc­ni­ca e exten­são rural, com a con­sequên­cia de uma mai­or pro­du­ti­vi­da­de e volu­me de pro­du­ção

Ronei Vol­pi
pre­si­den­te da Comis­são Téc­ni­ca de Bovi­no­cul­tu­ra de Lei­te-Faep/­Se­nar-PR e pre­si­den­te da Câma­ra Seto­ri­al da Cadeia Pro­du­ti­va de Lei­te e Derivados-Mapa

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