Leite na Nova Zelândia: queda não será tão grande - Digital Balde Branco

A Nova Zelân­dia não vai aumen­tar a pro­du­ção de lei­te na tem­po­ra­da atu­al, mas a que­da pode ser bem menor do que mui­tos pro­je­tam. O cli­ma extre­ma­men­te úmi­do na Ilha Nor­te e a cau­te­la dos pro­du­to­res após dois anos de redu­ção con­tri­buí­ram para um declí­nio de 3% na pro­du­ção de lei­te duran­te a pri­mei­ra meta­de de 2016/17, a par­tir de junho.

Em outubro/novembro, a cole­ta do lei­te caiu 5% em com­pa­ra­ção ao mes­mo perío­do de 2015. Já os ana­lis­tas pro­je­tam declí­nio de até 7% para toda a esta­ção 2016/17. O tem­po úmi­do na pri­ma­ve­ra da Nova Zelân­dia dimi­nuiu a pro­du­ção da Ilha Nor­te, e ago­ra algu­mas par­tes da ilha enfren­tam uma seca poten­ci­al. No entan­to, as con­di­ções das pas­ta­gens melho­ra­ram em gran­de par­te do país.

Após dois anos de ope­ra­ções defi­ci­tá­ri­as, com pre­ços ao pro­du­tor bem abai­xo dos níveis de equi­lí­brio, os pre­ços do lei­te cru vol­ta­ram a incen­ti­var o cres­ci­men­to. As esti­ma­ti­vas de paga­men­to foram posi­ti­vas no segun­do semes­tre de 2016 e é pos­sí­vel que per­ma­ne­çam assim no res­tan­te da tem­po­ra­da 2016/17. A Coo­pe­ra­ti­va Fon­ter­ra, mai­or pro­du­to­ra de lati­cí­ni­os do país, recen­te­men­te, ajus­tou sua esti­ma­ti­va de pro­du­ção de lei­te em toda a tem­po­ra­da de ‑6% para ‑4%

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