Leite: pedido para compras governamentais - Digital Balde Branco

O Sin­di­lat-Sin­di­ca­to da Indús­tria de Lati­cí­ni­os do Rio Gran­de do Sul pro­to­co­lou, no dia 27 de julho, pedi­do de com­pras gover­na­men­tais, de for­ma emer­gen­ci­al, de 20 mil t de lei­te em pó ao gover­no fede­ral. O plei­to foi ofi­ci­a­li­za­do com o minis­tro do Desen­vol­vi­men­to Soci­al, Osmar Ter­ra, e o secre­tá­rio naci­o­nal de Segu­ran­ça Ali­men­tar e Nutri­ci­o­nal do Minis­té­rio do Desen­vol­vi­men­to Soci­al, Caio Rocha, no Palá­cio Pira­ti­ni, em Por­to Alegre-RS.

A expec­ta­ti­va é de que a medi­da reti­re a pres­são do mer­ca­do no perío­do de safra e evi­te a que­da do pre­ço do lei­te. As com­pras soli­ci­ta­das repre­sen­tam em tor­no de R$ 300 milhões aos cofres públi­cos. Para o pre­si­den­te do Sin­di­lat, Ale­xan­dre Guer­ra, o pedi­do é uma alter­na­ti­va emer­gen­ci­al, já que está entran­do gran­de quan­ti­da­de de lei­te impor­ta­do com pre­ços mais  competitivos.

“Nes­te momen­to em que esta­mos com a safra no pico da pro­du­ção de lei­te, se faz neces­sá­ria essa ação para com­pras gover­na­men­tais para que o pre­ço não con­ti­nue cain­do. Tra­ta­mos de lei­te em pó por­que é o pro­du­to que mais entra de fora via Mer­co­sul”, expli­cou. Rocha, por sua vez, afir­mou que o gover­no está pri­o­ri­zan­do as com­pras gover­na­men­tais, mas pre­ci­sa aguar­dar a que­da do pre­ço do lei­te para efe­ti­var a aquisição.

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