Lona: item fundamental para garantir silagem de alta qualidade - Digital Balde Branco

VITRINE

Lona: item fundamental para garantir silagem de alta qualidade

Além da esco­lha das melho­res vari­e­da­des para sila­gem e do cál­cu­lo da quan­ti­da­de sufi­ci­en­te que pre­ci­sa ser pro­du­zi­do, o pecu­a­ris­ta pre­ci­sa se aten­tar às lonas que vão garan­tir mai­or qua­li­da­de ao ali­men­to do reba­nho. De acor­do com Die­go Sch­midt, enge­nhei­ro agrô­no­mo e do setor de Inte­li­gên­cia de Mer­ca­do do Gru­po Nortè­ne, os estu­dos com­pro­vam que uma sila­gem bem fei­ta, com fer­men­ta­ção dese­ja­da, com teor nutri­ci­o­nal ele­va­do e pala­ta­bi­li­da­de para o ani­mal, tam­bém dese­já­vel, pode suprir a deman­da nutri­ci­o­nal sem tan­ta depen­dên­cia dos con­cen­tra­dos. A melhor qua­li­da­de da sila­gem está total­men­te liga­da à for­ma com que o pro­du­tor vai con­di­ci­o­nar a sila­gem, que, por sua vez, está dire­ta­men­te liga­da à qua­li­da­de da lona”, des­ta­ca o profissional.

Indução à lactação 2.0: maior eficiência reprodutiva

A efi­ci­ên­cia repro­du­ti­va está dire­ta­men­te rela­ci­o­na­da à pro­du­ti­vi­da­de, pois defi­ne o núme­ro de pari­ções e, por­tan­to, a quan­ti­da­de de vacas que entra­rão em lac­ta­ção logo após o par­to. O ide­al é que esta fêmea empre­nhe o mais o rápi­do pos­sí­vel após o perío­do de espe­ra volun­tá­rio. Entre­tan­to, sabe-se que algu­mas fême­as do reba­nho encer­ram o perío­do de lac­ta­ção sem con­se­guir esta­be­le­cer uma ges­ta­ção. Estas falhas repro­du­ti­vas com­pro­me­tem a pro­du­ti­vi­da­de das fazen­das. Nes­ses casos, uma estra­té­gia é uti­li­zar o pro­to­co­lo de indu­ção à lac­ta­ção. A Ouro­fi­no, em par­ce­ria com as uni­ver­si­da­des, desen­vol­veu um pro­to­co­lo de indu­ção à lac­ta­ção no qual 85% das fême­as res­pon­dem e come­çam a pro­du­zir mais lei­te. Essa pro­du­ção em média cor­res­pon­de a 70% da pro­du­ção de uma lac­ta­ção fisi­o­ló­gi­ca, rela­ta Igor Gar­cia Mot­ta, espe­ci­a­lis­ta téc­ni­co em repro­du­ção ani­mal na Ouro­fi­no Saú­de Animal.

Allflex: sistema de monitoramento para otimizar a produção leiteira

Em bus­ca de aumen­tar o desem­pe­nho das 550 vacas em lac­ta­ção (18 mil litros de lei­te diá­ri­os), con­fi­na­das na Fazen­da Lage­a­do, em Lagoa For­mo­sa (MG), a famí­lia San­ta­na (foto) bus­cou diver­sas tec­no­lo­gi­as que des­sem supor­te para o cres­ci­men­to do negó­cio. Entre as esco­lhas está o sis­te­ma de moni­to­ra­men­to Sen­seHub, da All­flex, mar­ca da MSD Saú­de Ani­mal Intel­li­gen­ce. Em pou­cos meses de uti­li­za­ção des­se sis­te­ma já foram nota­das melho­ri­as na saú­de, prin­ci­pal­men­te no sen­ti­do de encon­trar, diag­nos­ti­car e recu­pe­rar os ani­mais mais rapi­da­men­te. “Tan­to em doen­ças meta­bó­li­cas, como ceto­se, aci­do­se, into­xi­ca­ção e até mes­mo mas­ti­te, o sis­te­ma tem nos aju­da­do a iden­ti­fi­car as enfer­mi­da­des mais cedo. Outro pon­to é na repro­du­ção, que está se refle­tin­do na nos­sa taxa de ser­vi­ço, que já subiu 15% depois do iní­cio do uso da tec­no­lo­gia”, pon­tua João Pau­lo San­ta­na, ges­tor da fazenda.

DSM apresenta nova estrutura para o negócio de nutrição e saúde animal

A ofer­ta da empre­sa para o setor é ago­ra sus­ten­ta­da por três linhas de negó­ci­os que aju­da­rão de for­ma tan­gí­vel a enfren­tar os mai­o­res desa­fi­os da indús­tria de pro­teí­na ani­mal, tornando‑a cada vez mais sus­ten­tá­vel: Pro­du­tos Essen­ci­ais, Solu­ções de Desem­pe­nho + Bio­min e Ser­vi­ços de Pre­ci­são. Após a aqui­si­ção da Bio­min, em 2020, uma empre­sa de nutri­ção e saú­de ani­mal espe­ci­a­li­za­da, a DSM reu­niu conhe­ci­men­to espe­ci­a­li­za­do e base­a­do na ciên­cia para ofe­re­cer um port­fó­lio com­ple­to que aju­da a for­ne­cer solu­ções sus­ten­tá­veis para os pro­du­to­res, per­mi­tin­do uma vida melhor para todos. “Essa nova
estru­tu­ra, que une duas pode­ro­sas for­ças já reco­nhe­ci­das no mer­ca­do, DSM e Bio­min, refor­ça a capa­ci­da­de do nos­so time e nos per­mi­te ofe­re­cer o port­fó­lio mais com­ple­to do mer­ca­do”, diz Luiz Maga­lhães,
vice-pre­si­den­te de Nutri­ção e Saú­de Ani­mal para a DSM na Amé­ri­ca Latina.

Queda na produção de leite é o maior prejuízo causado pela mastite

A mas­ti­te é o mais impor­tan­te pro­ble­ma sani­tá­rio da pecuá­ria de lei­te, poden­do repre­sen­tar cus­tos de US$ 185 por vaca, segun­do a Embra­pa. “Enga­na-se quem pen­sa que se tra­ta de um pro­ble­ma sim­ples de tra­tar. Se a infla­ma­ção não for diag­nos­ti­ca­da rapi­da­men­te, pode levar, inclu­si­ve, à mor­te da vaca. Assim, sem­pre é impor­tan­te aler­tar os pro­du­to­res para evi­tar pre­juí­zos econô­mi­cos com des­car­te de lei­te e redu­ção da pro­du­ção”, afir­ma o médi­co vete­ri­ná­rio Tha­les Vechi­a­to, geren­te de pro­du­tos de Gran­des Ani­mais da Syn­tec do Bra­sil. Ele des­ta­ca que “o tra­ta­men­to reco­men­da­do para os casos de mas­ti­te envol­ve o uso de anti­bió­ti­cos e anti-infla­ma­tó­ri­os, que devem ser recei­ta­dos por médi­co vete­ri­ná­rio”. Para aju­dar os pro­du­to­res de lei­te a enfren­ta­rem a mas­ti­te, a Syn­tec ofe­re­ce solu­ções efi­ca­zes, como Gen­to­mi­cin Mas­ti­te, Flo­bi­o­tic 10%, Maxi­tec Inje­tá­vel (anti- infla­ma­tó­rio). “Este pro­du­to deve ser sem­pre asso­ci­a­do a tera­pia anti­mi­cro­bi­a­na local, pois, além da rápi­da reso­lu­ção do pro­ces­so infla­ma­tó­rio traz con­for­to aos ani­mais, faci­li­tan­do o retor­no pro­du­ti­vo dos ani­mais aco­me­ti­dos”, expli­ca Vechiato.

Auster Nutrição Animal dobra de tamanho em quatro anos

A com­pa­nhia supe­rou as adver­si­da­des do mer­ca­do e encer­rou 2021 com fatu­ra­men­to de R$ 371 milhões, o que repre­sen­ta cres­ci­men­to de 25% sobre o ano ante­ri­or (R$ 297 milhões). “Supe­ra­mos nos­sa meta, que era cres­cer 20% mes­mo em um ano reple­to de difi­cul­da­des, como escas­sez, aumen­to em dólar das maté­ri­as-pri­mas impor­ta­das e pre­ços ele­va­dos do milho e da soja. Essa situ­a­ção pres­si­o­nou as des­pe­sas dos avi­cul­to­res, sui­no­cul­to­res e pro­du­to­res de lei­te, porém sou­be­mos admi­nis­trar bem. Ampli­a­mos a equi­pe téc­ni­co-comer­ci­al para estar ain­da mais pró­xi­mos dos cli­en­tes e foca­mos em solu­ções cus­to­mi­za­das, que efe­ti­va­men­te con­tri­bu­em para o aumen­to da pro­du­ti­vi­da­de com o menor cus­to pos­sí­vel. O resul­ta­do com­pro­va que nos­sa estra­té­gia foi bem-suce­di­da”, diz o CEO da Aus­ter Nutri­ção Ani­mal, Pau­lo Por­ti­lho (foto).

LS Tractor marca presença no Show Rural Coopavel 2022

A LS Trac­tor este­ve pre­sen­te no Show Rural Coo­pa­vel, rea­li­za­do em feve­rei­ro, em Cas­ca­vel (PR), com toda a sua linha de pro­du­tos e tec­no­lo­gi­as que vem se des­ta­can­do no seg­men­to de médi­os e peque­nos tra­to­res. O port­fó­lio de pro­du­tos já demar­ca cla­ra­men­te o seu DNA: tra­to­res de média e bai­xa potên­cia, mas com toda a tec­no­lo­gia e qua­li­da­de que o mer­ca­do mere­ce. São mode­los que vão de 25 a 145 cv, e que tra­zem uma espe­ci­fi­ca­ção téc­ni­ca ele­va­da. Cada mode­lo é con­fi­gu­ra­do de for­ma com­ple­ta, com motor a die­sel e com tec­no­lo­gia Tier3/Mar1, de con­tro­le de emis­são de polu­en­tes, refri­ge­ra­do a água e 4 cilin­dros com exce­len­te reser­va de tor­que, cin­co opções de trans­mis­são. Segun­do André Rora­to, vice-pre­si­den­te da LS Mtron, pro­pri­e­tá­ria da mar­ca LS Trac­tor, a expo­si­ção foi o momen­to de reen­con­trar pes­so­al­men­te os pro­du­to­res e rees­ta­be­le­cer contatos.