Mais eficiência na produção de ração - Digital Balde Branco

Está dis­po­ní­vel para quem pro­duz ração – indús­tri­as ou fazen­das – um pro­gra­ma que melho­ra a pro­du­ti­vi­da­de, qua­li­da­de e segu­ran­ça do alimento

Por João Antô­nio dos Santos

A Kemin, empre­sa de biotecnolo­gia da área de nutri­ção ani­mal, apre­sen­tou seu mais recen­te pro­gra­ma: o Mill Smart. Tra­ta-se de um paco­te com­pos­to de pro­du­tos, máqui­nas, soft­ware e ser­vi­ços labo­ra­to­ri­ais. O obje­ti­vo, com o paco­te, é atu­ar no tra­ta­men­to dos insu­mos no pro­ces­so de fabri­ca­ção da ração a par­tir de uma ‘máqui­na in­teligente’, dota­da de um soft­ware que geren­cia o pro­ces­so de fabri­ca­ção e o ser­vi­ço de labo­ra­tó­rio, que moni­to­ra a qua­li­da­de da ração para os clientes.

Fer­nan­do Sou­sa, geren­te da em­presa, expli­ca que “este pro­gra­ma aten­de às espe­ci­fi­ci­da­des de cada cli­en­te, qual­quer que seja o por­te de sua indús­tria e até mes­mo de uma fazen­da que pro­duz a ração para seus ani­mais”. Ele obser­va que essa tec­no­lo­gia no mer­ca­do de ração ani­mal traz uma con­tri­bui­ção em ter­mos de efi­ci­ên­cia, pro­du­ti­vi­da­de e com­pe­ti­ti­vi­da­de para a indús­tria de ração no País, que ocu­pa hoje a ter­cei­ra posi­ção no ran­king de paí­ses produtores.

O Bra­sil con­ta com cer­ca de 1.600 fábri­cas, que pro­du­zem 70 milhões de t de ração, com mais de 2 mil formula­ções, para aten­der à pro­du­ção de lei­te, car­ne e ovos, entre outras. “O nos­so país enfren­ta mui­tas difi­cul­da­des, que não são encon­tra­das na Chi­na e nos Esta­dos Uni­dos, que estão à sua dian­tei­ra. É uma ver­da­dei­ra his­tó­ria de desa­fi­os e supe­ra­ção para aten­der à deman­da de nos­so mer­ca­do”, res­sal­ta Sou­sa, obser­van­do que, ape­sar de tudo, o seg­men­to tem cres­ci­do uma média de 5% ao ano.

Sou­sa obser­va que, a fim de de­senvolver o Mill Smart, a empre­sa bus­cou solu­ções para oito pon­tos que con­sis­tem num gar­ga­lo que pre­ju­di­ca o desem­pe­nho da indús­tria de ração e reduz sua ren­ta­bi­li­da­de: o cus­to do capi­tal, da ener­gia, do trans­por­te e de pro­du­ção (com per­das); gran­de núme­ro de fór­mu­las; ris­cos de con­ta­mi­na­ção; per­das de peso da ração e de sua qua­lidade (com menor shelf life dos pel­lets e menor con­ta­mi­na­ção por fun­gos e bactérias).

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Leia a ínte­gra des­ta maté­ria na edi­ção Bal­de Bran­co 638, de dezem­bro 2017

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