Maquinário agrícola usado dispara em vendas - Digital Balde Branco

CURTAS

Maquinário agrícola usado dispara em vendas 

Entre os meses de janei­ro e abril, o Gru­po MF Rural obser­vou uma pro­cu­ra aci­ma do comum por tra­to­res, colhei­ta­dei­ras e outros maqui­ná­ri­os usa­dos em sua pla­ta­for­ma de mar­ket­pla­ce dedi­ca­da ao homem do cam­po. Na com­pa­ra­ção com igual perío­do de 2020, em volu­me, o cres­ci­men­to é esti­ma­do em 70%. Den­tre os pro­du­tos com melhor desem­pe­nho, peças de repo­si­ção, adi­ti­vos e aces­só­ri­os regis­tra­ram um aumen­to de qua­se cin­co vezes no volu­me de ven­das; o comér­cio de colhei­ta­dei­ras e colhe­do­ras teve ele­va­ção de 130%; imple­men­tos agrí­co­las, 117,71%, máqui­nas e equi­pa­men­tos, 77,78%; máqui­nas pesa­das, 75,68%; car­ro­ce­ri­as e fur­gões, 50%; e cami­nhões, 42,86%. Cin­co con­ces­si­o­ná­ri­as de tra­to­res infor­ma­ram à MF Rural que os pra­zos de entre­ga saí­ram de 20 para 90 dias, ale­gan­do atra­sos na entre­ga de aço, fer­ro e bor­ra­cha, repro­gra­ma­ção con­fir­ma­da tam­bém pela Câma­ra Seto­ri­al de Máqui­nas e Imple­men­tos Agrí­co­las (CSMI), coman­da­da pela Asso­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de Máqui­nas Agrí­co­las (Abi­maq).

Hans Groenwold é reeleito presidente da ABCBRH

O pro­du­tor Hans Jan Gro­enwold foi ree­lei­to para o car­go de pre­si­den­te da Asso­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de Cri­a­do­res de Bovi­nos da Raça Holan­de­sa para o man­da­to 2021/2023. É a ter­cei­ra vez que Hans assu­me o car­go, des­ta vez de for­ma con­se­cu­ti­va. Nos pró­xi­mos dois anos, o pre­si­den­te pode­rá dar con­ti­nui­da­de aos pro­je­tos que se ini­ci­a­ram na últi­ma ges­tão. Den­tre eles, Gro­enwold des­ta­ca a par­ce­ria com a Embra­pa Gado de Lei­te para desen­vol­ver o Pro­je­to Geno­ma, cujo obje­ti­vo é iden­ti­fi­car os ani­mais supe­ri­o­res para desen­vol­ver a gené­ti­ca naci­o­nal, e a implan­ta­ção do novo soft­ware de ges­tão da asso­ci­a­ção, mais moder­no e atu­a­li­za­do para acom­pa­nhar as cres­cen­tes deman­das de expan­são da raça no Brasil.

Compromisso com a pecuária sustentável

No docu­men­to publi­ca­do dia 20 de maio, pelo Gru­po de Tra­ba­lho da Pecuá­ria Sus­ten­tá­vel (GTPS), apre­sen­ta­do à minis­tra da Agri­cul­tu­ra, Tere­za Cris­ti­na, o Gru­po e todos os seus asso­ci­a­dos assu­mi­ram o com­pro­mis­so com o desen­vol­vi­men­to sus­ten­tá­vel da pecuá­ria, por meio da arti­cu­la­ção de cadeia, da dis­se­mi­na­ção da infor­ma­ção e apoio à melho­ria con­tí­nua, bus­can­do o equi­lí­brio entre os pila­res econô­mi­co, soci­al e ambi­en­tal. Com­pos­to por repre­sen­tan­tes de seis elos da cadeia da pecuá­ria: pro­du­to­res, insu­mos e ser­vi­ços, indús­tri­as, vare­jo e res­tau­ran­tes, ins­ti­tui­ções finan­cei­ras e soci­e­da­de civil, o GTPS des­ta­ca a impor­tân­cia de o poder públi­co refor­çar a fis­ca­li­za­ção e o com­ba­te ao des­ma­ta­men­to ile­gal e pôr em prá­ti­ca medi­das de regu­la­ri­za­ção ambi­en­tal e fun­diá­ri­as, mais espe­ci­fi­ca­men­te o Códi­go Florestal.

SC entrega Selo Arte para queijo produzido com receita de tropeiros

O quei­jo arte­sa­nal Ser­ra­no, pro­du­zi­do pela famí­lia Ris­si, rece­beu o Selo Arte, cer­ti­fi­ca­ção dada a pro­du­tos con­si­de­ra­dos arte­sa­nais. A recei­ta da famí­lia remon­ta ao tem­po dos tro­pei­ros, e foi pas­sa­da de gera­ção em gera­ção de manei­ra empí­ri­ca, o cha­ma­do “saber-fazer”. A entre­ga ofi­ci­al do selo foi rea­li­za­da na quei­ja­ria da famí­lia, na loca­li­da­de de Lui­zi­nho, em São Joa­quim, pela Secre­ta­ria de Esta­do da Agri­cul­tu­ra, da Pes­ca e do Desen­vol­vi­men­to Rural e pela Com­pa­nhia Inte­gra­da de Desen­vol­vi­men­to Agrí­co­la de San­ta Cata­ri­na (Cidasc). A con­quis­ta do Selo per­mi­te aos pro­du­to­res rurais a comer­ci­a­li­za­ção de quei­jos, embu­ti­dos, pes­ca­dos e mel em todo ter­ri­tó­rio naci­o­nal. Para ser con­si­de­ra­do arte­sa­nal, o pro­du­to deve ser indi­vi­du­a­li­za­do, genuí­no e man­ter as carac­te­rís­ti­cas tra­di­ci­o­nais, cul­tu­rais ou regionais..

35 milhões de hectares com sistemas de ILPF até 2030

Esse é o desa­fio lan­ça­do pela Asso­ci­a­ção Rede ILPF para o Bra­sil, em um dos pai­néis on-line do II Con­gres­so Mun­di­al sobre Sis­te­mas de Inte­gra­ção Lavou­ra-Pecuá­ria-Flo­res­ta (pro­mo­vi­do em maio): che­gar em 2030 com 35 milhões de hec­ta­res com sis­te­mas de ILPF, o dobro da área atu­al, e com sis­te­mas inte­gra­dos 50% mais pro­du­ti­vos, com pelo menos 3 milhões de hec­ta­res com inte­gra­ção lavou­ra-pecuá­­ria-flo­res­ta cer­ti­fi­ca­dos e moni­to­ra­dos. “Com isso, con­se­gui­ría­mos dupli­car a pro­du­ção bra­si­lei­ra de grãos, car­ne e lei­te, e trans­for­ma­ría­mos de fato o Bra­sil na pri­mei­ra gran­de potên­cia agro­am­bi­en­tal do pla­ne­ta”, afir­mou Rena­to Rodri­gues, pes­qui­sa­dor da Embra­pa Solos — Rio de Janei­ro, e pre­si­den­te do Con­se­lho Ges­tor da Asso­ci­a­ção Rede ILPF.

Rolar para cima