Rigor na comercialização de leite hidratado - Digital Balde Branco

É o que deter­mi­nou o minis­tro da Agri­cul­tu­ra, Pecuá­ria e Abas­te­ci­men­to, Blai­ro Mag­gi. Com isso, proí­be a rei­dra­ta­ção de lei­te em pó 

Ten­do como base o arti­go 354, do Riis­poa- Regu­la­men­to de Ins­pe­ção Indus­tri­al e Sani­tá­ria de Pro­du­tos de Ori­gem Ani­mal, Blai­ro Mag­gi, minis­tro da Agri­cul­tu­ra, Pecuá­ria e Abas­te­ci­men­to, proi­biu no últi­mo dia 11 o uso de lei­te em pó para pro­du­ção do tipo lon­ga vida. Sua ori­en­ta­ção é para que a fis­ca­li­za­ção nes­se sen­ti­do seja inten­si­fi­ca­da em todas as regiões do país.

O arti­go 354 do regu­la­men­to proí­be de for­ma cla­ra rei­dra­tar lei­te no Bra­sil. A exce­ção é tra­ta­da na Por­ta­ria 196/94 para a pro­du­ção de lei­te pas­teu­ri­za­do, não UHT, em situ­a­ções de emer­gên­cia de desabastecimento.

No Rio Gran­de do Sul e San­ta Cata­ri­na, a rei­dra­ta­ção para pro­du­ção de lei­te pas­teu­ri­za­do, con­for­me a por­ta­ria, não pode ocor­rer entre os meses de outu­bro a janei­ro —  perío­do de safra na região. No Sudes­te e Cen­tro-Oes­te, a rei­dra­ta­ção para lei­te pas­teu­ri­za­do é proi­bi­da de dezem­bro a mar­ço. É rele­van­te, de acor­do com o minis­tro, que o con­su­mo de lei­te pas­teu­ri­za­do no país não aten­de a 14% do total do mer­ca­do, sen­do o lon­ga vida (UHT) a for­ma mais comum para con­su­mo do pro­du­to na for­ma fluida.

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