Riscos da ingestão de objetos metálicos pelos animais - Digital Balde Branco

VITRINE

Riscos da ingestão de objetos metálicos pelos animais 

Quem faz esse aler­ta é a téc­ni­ca Gia­na Hiro­se, da Agro­zo­o­tec. Tra­ta-se de um pro­ble­ma silen­ci­o­so, mas ao qual nenhu­ma pro­pri­e­da­de está imu­ne: a inges­tão de obje­tos pon­ti­a­gu­dos metá­li­cos, como peda­ços de ara­me, para­fu­sos, gram­pos ou pre­gos. “O estra­go está fei­to inter­na­men­te nos órgãos do ani­mal, poden­do levá-lo até a mor­te no pra­zo de dias ou meses”, expli­ca Gia­na Hiro­se, médi­ca vete­ri­ná­ria e geren­te naci­o­nal de ven­das da Agro­zo­o­tec. Ela expli­ca que este pro­ble­ma pode ser evi­ta­do por meio de um imã intra-rumi­nal. “Esse equi­pa­men­to é um imã cilín­dri­co que mede apro­xi­ma­da­men­te 10 cm. A peça vai se alo­jar no retí­cu­lo dos estô­ma­gos do bovi­no, e pas­sa a atrair os peda­ços de metal que o ani­mal inge­rir”, detalha.

Bimeda anuncia investimentos para ampliação de fábrica 

Na come­mo­ra­ção de seus dez anos de atu­a­ção no mer­ca­do bra­si­lei­ro, a Bime­da, indús­tria vete­ri­ná­ria, des­ta­ca que seu fatu­ra­men­to aumen­tou cin­co vezes e anun­cia inves­ti­men­tos de R$ 10 milhões em ampli­a­ção da fábri­ca em Mon­te Mor (SP). Fun­da­da na Irlan­da em 1960, a Bime­da ini­ci­ou suas ati­vi­da­des no Bra­sil em 2011 e, com a aqui­si­ção da Mogi­vet, hoje con­ta com uma linha de pro­du­tos foca­da nas áre­as de pro­du­ção ani­mal, equi­nos e peque­nos ani­mais. “Come­ça­mos peque­nos, fomos cres­cen­do, e hoje o Bra­sil é o segun­do mer­ca­do mais impor­tan­te para a empre­sa no mun­do, con­si­de­ra­do um dos prin­ci­pais veto­res de cres­ci­men­to da com­pa­nhia. E ago­ra fare­mos inves­ti­men­tos para ampli­ar nos­sa plan­ta e a capa­ci­da­de de pro­du­ção por aqui”, con­ta o médi­co vete­ri­ná­rio e dire­tor comer­ci­al da Bime­da Bra­sil, José Mau­ro Ber­to­li­ni (foto).

DSM lança um serviço inteligente de sustentabilidade 

A DSM lan­çou, em maio, o Sus­tell, um ser­vi­ço inte­li­gen­te de sus­ten­ta­bi­li­da­de para men­su­rar a pega­da ambi­en­tal e impul­si­o­nar a lucra­ti­vi­da­de da pro­du­ção de pro­teí­na ani­mal. Desen­vol­vi­do em par­ce­ria com a Blonk, con­sul­to­ria inter­na­ci­o­nal inde­pen­den­te e líder em Aná­li­se de Ciclo de Vida (ACV) e desem­pe­nho de sus­ten­ta­bi­li­da­de nos cam­pos de ali­men­tos e agri­cul­tu­ra, o ser­vi­ço com­bi­na dados reais da fazen­da, por meio de uma fer­ra­men­ta de cál­cu­lo avan­ça­do de sus­ten­ta­bi­li­da­de, com o conhe­ci­men­to espe­ci­a­li­za­do de solu­ções prá­ti­cas e per­so­na­li­za­das da DSM. Uti­li­zan­do inte­li­gên­cia de dados, solu­ções pre­ci­sas, sim­ples e aci­o­ná­veis, o Sus­tell tem o obje­ti­vo de aju­dar a indús­tria de pro­teí­na ani­mal a medir o impac­to de sua pro­du­ção e, des­se modo, tomar deci­sões efi­ci­en­tes e pre­ci­sas rumo a uma cadeia de pro­du­ção mais sustentável.

Cura no tratamento de mastite bovina

Rela­tó­rio rea­li­za­do pela OnFarm, star­tup que desen­vol­ve um sis­te­ma com­ple­to para moni­to­ra­men­to e con­tro­le da mas­ti­te, apon­ta que o medi­ca­men­to Ubro­le­xin, desen­vol­vi­do pela Boeh­rin­ger Inge­lheim Saú­de Ani­mal, com­pos­to pela com­bi­na­ção de cefa­le­xi­na monoi­dra­ta­da + mono­sul­fa­to de cana­mi­ci­na, tem alta chan­ce de cura no tra­ta­men­to de mas­ti­te bovi­na. A pes­qui­sa ana­li­sa­da pelo Ban­co de Dados da Comu­ni­da­de OnFar­mers (OnFar­mAPP), apon­tou 1.441 casos da doen­ça, encon­tra­dos nas regiões do Dis­tri­to Fede­ral, Goiás, Minas Gerais, Para­ná, Rio Gran­de do Sul, San­ta Cata­ri­na e São Pau­lo. Nos ani­mais que pas­sa­ram pela ava­li­a­ção, foi cons­ta­ta­do que a cefa­le­xi­na + cana­mi­ci­na (Ubro­le­xin) tem 83% de chan­ce de cura da mas­ti­te clí­ni­ca no tra­ta­men­to de até qua­tro dias, por­cen­tu­al de cura mai­or em com­pa­ra­ção aos outros sete prin­cí­pi­os ati­vos de anti­bió­ti­co intra­ma­má­rio uti­li­za­dos na aná­li­se de dados.

Mercado de sêmen cresce 39% no primeiro trimestre de 2021

A Asso­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de Inse­mi­na­ção Arti­fi­ci­al (Asbia) apre­sen­tou ao mer­ca­do, em maio, o novo Rela­tó­rio Index Asbia, que con­ta­bi­li­za as esta­tís­ti­cas do setor de inse­mi­na­ção arti­fi­ci­al bra­si­lei­ro refe­ren­tes ao pri­mei­ro tri­mes­tre do ano de 2021. Os dados apon­tam uti­li­za­ção da IA em 64,7% dos muni­cí­pi­os bra­si­lei­ros, o que repre­sen­ta um cres­ci­men­to de 12,9% em rela­ção a igual perío­do no ano pas­sa­do. O levan­ta­men­to reve­la que 5.021.074 doses de sêmen foram comer­ci­a­li­za­das nos três pri­mei­ros meses do ano, atin­gin­do um cres­ci­men­to de 39% em vis­ta de 2020. “Me pare­ce que a pers­pec­ti­va de che­gar­mos a 30 milhões de doses totais em 2021 vai ser ultra­pas­sa­da. Refa­ço minha pre­vi­são de que há uma gran­de pos­si­bi­li­da­de de supe­rar­mos 32 milhões de doses este ano”, comen­ta Már­cio Nery, pre­si­den­te da Asbia.

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