Tecleite atrai bom público em dois eventos - Digital Balde Branco

Soman­do o dia de cam­po que ocor­reu em Valen­ça-RJ, a sex­ta edi­ção do Teclei­te reu­niu um públi­co de cer­ca de 800 pessoas

 O even­to de trans­fe­rên­cia de tec­no­lo­gi­as da Embra­pa Gado de Lei­te, Teclei­te: Tec­no­lo­gi­as para a Pro­du­ção Sus­ten­tá­vel de Lei­te, orga­ni­za­do em con­jun­to com Ema­ter e empre­sas esta­du­ais de pes­qui­sa, atraiu cer­ca de 800 pes­so­as nes­te ano, sen­do que qua­se meta­de delas este­ve pre­sen­te no cam­po expe­ri­men­tal da ins­ti­tui­ção, em Coro­nel Pache­co, no últi­mo dia 5 de outubro.

Segun­do o ana­lis­ta da ins­ti­tui­ção, Webs­ten Cesá­rio, a mai­or par­te do públi­co foi for­ma­da por pro­du­to­res, o que tor­nou o even­to mais efe­ti­vo em seu obje­ti­vo, que é trans­fe­rir novas tec­no­lo­gi­as da Embra­pa para os pro­du­to­res de lei­te de base familiar.

O Teclei­te ocor­re no for­ma­to de “dia de cam­po”, com pales­tras rea­li­za­das no ambi­en­te pro­du­ti­vo de uma fazen­da. As tec­no­lo­gi­as foram apre­sen­ta­das con­jun­ta­men­te por pes­qui­sa­do­res e exten­si­o­nis­tas de for­ma prá­ti­ca e aces­sí­vel ao públi­co. Antes do even­to, há o rela­to de expe­ri­ên­ci­as de pro­du­to­res rurais que obti­ve­ram êxi­to ado­tan­do pro­du­tos e pro­ces­sos desen­vol­vi­dos pela pes­qui­sa agro­pe­cuá­ria. Na visão dos orga­ni­za­do­res, isso tor­na os bene­fí­ci­os da ado­ção das tec­no­lo­gi­as mais atra­en­te para o público.

Este foi o segun­do ano con­se­cu­ti­vo que o Teclei­te ocor­reu em Coro­nel Pache­co, na Zona da Mata Minei­ra (até 2015, o even­to era vol­ta­do para pro­du­to­res, téc­ni­cos e estu­dan­tes do sul do esta­do do Rio). Cesá­rio diz que a expe­ri­ên­cia em ampli­ar o even­to foi bas­tan­te posi­ti­va e há inten­são de leva-lo a outras regiões do país, organizando‑o em con­jun­to com as ins­ti­tui­ções públi­cas de assis­tên­cia téc­ni­ca locais, como já ocor­re com a Ema­ter-MG e a Ema­ter-Rio. “Tra­ba­lhar com a exten­são rural é mui­to impor­tan­te, pois são os téc­ni­cos da região que conhe­cem as neces­si­da­des dos pro­du­to­res”, diz.

Segun­do ele, tão impor­tan­te quan­to trans­fe­rir tec­no­lo­gi­as para o pro­du­tor é a apro­xi­ma­ção das empre­sas de pes­qui­sa com a exten­são rural. “As ins­ti­tui­ções par­cei­ras cons­tro­em jun­tas o even­to e os temas das esta­ções dos dias de cam­po são suge­ri­dos pelos téc­ni­cos da Ema­ter, que conhe­cem de per­to as deman­das dos pro­du­to­res”, afir­ma. O ana­lis­ta con­clui dizen­do que o TecLei­te já se tor­nou uma mar­ca da Embra­pa. Des­de a pri­mei­ro ano, cer­ca de dois mil pro­du­to­res já par­ti­ci­pa­ram dos dias de campo.

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