Tecnologia para melhorar a qualidade do leite - Digital Balde Branco

Um pro­je­to da UFG-Uni­ver­si­da­de Fede­ral de Goiás tem bus­ca­do melho­rar a qua­li­da­de da água uti­li­za­da na cadeia pro­du­ti­va do lei­te, com méto­dos de tra­ta­men­to de cus­tos mais bai­xos que os con­ven­ci­o­nais. Os pes­qui­sa­do­res envol­vi­dos já ins­ta­la­ram equi­pa­men­tos em 15 pro­pri­e­da­des do Esta­do e têm acom­pa­nha­do o refle­xo do tra­ta­men­to, que apon­ta melho­ras no produto.

Segun­do o pro­fes­sor da Esco­la de Agro­no­mia da UFG, Cel­so José de Mou­ra, que é um dos coor­de­na­do­res do pro­je­to “Apoio à Cadeia Pro­du­ti­va do Lei­te”, o prin­ci­pal equi­pa­men­to uti­li­za­do pelo gru­po é o clo­ra­dor, que apli­ca clo­ro livre na água com con­cen­tra­ção a depen­der da fina­li­da­de do uso do líquido.

“O sis­te­ma pro­põe um con­jun­to de regis­tros e tubos PVC que faz com que ape­nas par­te da água pas­se por pas­ti­lhas de clo­ro, jun­tan­do-se, ao final, a uma par­te ain­da não clo­ra­da”, deta­lha. Assim, de acor­do com ele, ao se mis­tu­rar, a água che­ga a um depó­si­to com a con­cen­tra­ção de clo­ro neces­sá­ria para eli­mi­nar os micro-orga­nis­mos presentes.

O pro­fes­sor res­sal­ta que o méto­do já foi apro­va­do pelo Sin­di­lei­te-Sin­di­ca­to das Indús­tri­as de Lati­cí­ni­os de Goiás e que nas fazen­das tes­ta­das a qua­li­da­de da água e do lei­te é acom­pa­nha­da men­sal­men­te. Com o méto­do, o gru­po che­gou a resul­ta­dos de pota­bi­li­da­de que aten­dem às reco­men­da­ções da Orga­ni­za­ção Mun­di­al de Saúde.

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