Touros da bateria leite da crv lCRV Lagoa estão no 21º sumário guzerá leite zebu - Digital Balde Branco

VITRINE

Touros da bateria leite da CRV Lagoa estão no 21º sumário Guzerá Leite Zebu

Lan­ça­da de for­ma vir­tu­al, a 21ª edi­ção do Sumá­rio do Pro­gra­ma Naci­o­nal de Melho­ra­men­to do Guze­rá para Lei­te (PNM­GuL) traz o méri­to gené­ti­co de mais de 750 tou­ros e mais de 520 matri­zes da raça Guze­rá na for­ma de ran­king para lei­te, além de outras 23 carac­te­rís­ti­cas de rele­vân­cia econô­mi­ca para os sis­te­mas de pro­du­ção de lei­te e de duplo pro­pó­si­to. Sem­pre pre­sen­te nos prin­ci­pais sumá­ri­os do Bra­sil, a bate­ria da CRV Lagoa tam­bém se posi­ci­o­na entre os melho­res resul­ta­dos do pro­gra­ma da raça Guze­rá. Dos 404 tou­ros que tive­ram con­fi­a­bi­li­da­de supe­ri­or a 0,50 e filhas de pri­mei­ra lac­ta­ção em pelo menos três reba­nhos, qua­tro ani­mais da Cen­tral tive­ram exce­len­tes resul­ta­dos nas ava­li­a­ções, com des­ta­que para Sul­fo TE Tabo­qui­nha (foto) e Tro­no TE Tabo­qui­nha, clas­si­fi­ca­dos entre os Top 30.

Polinutri na fenec digital

Nes­te ano a fei­ra de negó­ci­os foi rea­li­za­da no for­ma­do digi­tal, entre 17 a 22 de agos­to. Adap­ta­da à pan­de­mia, a Coo­pa­ma, que des­de 1944 tra­ba­lha para o desen­vol­vi­men­to sus­ten­tá­vel do agro­ne­gó­cio do sul de Minas Gerais, não mediu esfor­ços e adap­tou sua tra­di­ci­o­nal fei­ra para entre­gar infor­ma­ções de qua­li­da­de para seus coo­pe­ra­dos e públi­co inte­res­sa­do. A médi­ca vete­ri­ná­ria e geren­te téc­ni­ca de Nutri­ção e For­mu­la­ção para Rumi­nan­tes da Poli­nu­tri Bea­triz Ven­tu­rel­li (foto), pro­fis­si­o­nal pre­sen­te no dia a dia da coo­pe­ra­ti­va, sali­en­ta que a fei­ra é um momen­to mui­to espe­ra­do pelos coo­pe­ra­dos e pro­du­to­res do sul de Minas. “Isso por­que a Fenec é uma fei­ra de negó­ci­os com garan­tia de pre­ços mais atra­ti­vos e negó­ci­os longevos.”

De Heus: nutrição para bezerros

A con­vi­te da De Heus, o pro­du­tor Fer­nan­do Sleut­jes, da Estân­cia Sha­lom, em Piraí do Sul, no Para­ná, rela­ta o case de suces­so da sua fazen­da. Segun­do ele, a Estân­cia Sha­lom foca não somen­te na pro­du­ção efi­ci­en­te, mas tam­bém na recria: “Para ter­mos um bom ganho com gado de lei­te, tra­ba­lha­mos com uma meta de ani­mais parin­do, pois uma novi­lha Holan­de­sa, com 570 qui­los, na fai­xa etá­ria entre 23 e 24 meses, atin­ge a pro­du­ção que temos alcan­ça­do, entre 40 e 45 litros no pico na pri­mei­ra lac­ta­ção, alcan­çan­do a efi­ci­ên­cia na recria”, diz, des­ta­can­do que uti­li­za o pla­no de cri­a­ção de novi­lhas Kali­ber, da De Heus, cujo obje­ti­vo é cri­ar ani­mais jovens de for­ma sau­dá­vel e econô­mi­ca, usan­do como refe­rên­cia as pro­por­ções do ani­mal em ter­mos de altu­ra, peso e tamanho.

Embalagens da premix estão de cara nova

Man­ten­do o seu com­pro­mis­so de tra­ba­lhar em favor de uma pecuá­ria mais sus­ten­tá­vel, a Pre­mix ino­va mais uma vez, ao reno­var as emba­la­gens de seus pro­du­tos. Além de esta­rem mais refor­ça­das e resis­ten­tes, a par­tir de ago­ra todos os pro­du­tos da empre­sa terão emba­la­gens com um design mais lim­po e moder­no, onde o uso de tin­tas na con­fec­ção foi redu­zi­do de for­ma sig­ni­fi­ca­ti­va, mini­mi­zan­do os impac­tos ambi­en­tais. Ao mes­mo tem­po, as novas emba­la­gens vão tra­zer somen­te as infor­ma­ções que inte­res­sam ao pro­du­tor, faci­li­tan­do a lei­tu­ra e a iden­ti­fi­ca­ção das dife­ren­tes linhas de pro­du­tos da empresa.

Auster: nutrientes com tamponantes e biotina evitam lesões nos cascos das vacas 

As lesões nos cas­cos estão entre os prin­ci­pais fato­res de des­car­te das vacas lei­tei­ras de manei­ra pre­ma­tu­ra. O pro­ble­ma é mai­or do que se pen­sa: os vari­a­dos tipos e graus de lesões apre­sen­tam inci­dên­cia de 15% a 50% dos plan­téis. Rafa­el Car­de­nas, assis­ten­te téc­ni­co comer­ci­al da Aus­ter Nutri­ção Ani­mal, rela­ta que as lesões podem vari­ar entre úlce­ra de sola, hema­to­ma de sola, doen­ça da linha bran­ca, abs­ces­so de sola, ero­são de talão, podri­dão de cas­co e lami­ni­te. “Pro­ble­mas nutri­ci­o­nais oca­si­o­nam, prin­ci­pal­men­te, lami­ni­tes. Aten­ta a esses pro­ble­mas de cas­cos em vacas lei­tei­ras, a Aus­ter Nutri­ção Ani­mal ofe­re­ce suple­men­tos nutri­ci­o­nais”, diz Car­de­nas. São pro­du­tos tam­po­nan­tes e com bio­ti­na, incluin­do altas con­cen­tra­ções de zin­co, cobre e man­ga­nês, além da adi­ção de leve­du­ras vivas, que con­tri­bu­em não ape­nas para a saú­de geral do gado, mas tam­bém para evi­tar o apa­re­ci­men­to de lesões podais e pos­sí­vel des­car­te do gado.

Alta apresenta touros de alta fertilidade durante a expogenética 2020

A Alta, empre­sa espe­ci­a­li­za­da em melho­ra­men­to gené­ti­co de bovi­nos, par­ti­ci­pou da 13ª edi­ção da Expo­Ge­né­ti­ca, prin­ci­pal fei­ra do seg­men­to, entre 15 e 23 de agos­to. Nes­te ano, o even­to foi rea­li­za­do de for­ma vir­tu­al. Segun­do Gui­lher­me Mar­quez, geren­te de Pro­du­to Lei­te Naci­o­nal da Alta, duran­te o des­fi­le a com­pa­nhia apre­sen­tou seis novas con­tra­ta­ções de tou­ros jovens de mai­or ava­li­a­ção genô­mi­ca da raça Gir Lei­tei­ro, entre eles, Cam­bo­riú FIV do Basa (foto), Cas­ti­lho FIV do Basa, Ema­no Cabo Ver­de, Hemo­mi­nas 4RS, Impe­ra­dor Jaba­qua­ra e Miran­te BRT. “Pre­pa­ra­mos um des­fi­le bem com­ple­to para os nos­sos cli­en­tes terem a opor­tu­ni­da­de de conhe­cer a bate­ria mais com­ple­ta do mer­ca­do, expon­do tou­ros jovens, que é uma pre­mis­sa da Alta, e mes­clan­do com tou­ros pro­va­dos, os for­tes em ven­das de sêmen no Bra­sil”, des­ta­ca Marquez.

Gerdau lança arame farpado superresistente 

A Ger­dau, for­ne­ce­do­ra de aços lon­gos nas Amé­ri­cas e de aços espe­ci­ais no mun­do, apre­sen­ta a nova ver­são do ara­me far­pa­do “Ele­fan­te”. Segun­do a com­pa­nhia, o pro­du­to carac­te­ri­za-se como de mai­or resis­tên­cia do mer­ca­do de ara­mes far­pa­dos no Bra­sil, com car­ga de rup­tu­ra míni­ma de 400 qui­lo­gra­mas-for­ça. “Os fios gros­sos, com 2,2 mm de diâ­me­tro, pos­su­em alta resis­tên­cia ao impac­to de ani­mais e mai­or dura­bi­li­da­de ao tem­po, além de alta male­a­bi­li­da­de, o que per­mi­te o melhor manu­seio. Os rolos con­ti­nu­am sen­do comer­ci­a­li­za­dos em dois com­pri­men­tos: 250 metros e 400 metros”, expli­ca Roger Cruz, geren­te de Mar­ke­ting de Tre­fi­la­dos da Gerdau.

MSD Saúde Animal lança hormônio indutor de lactação com descarte zero do leite

Inves­tin­do cada vez mais em solu­ções que auxi­li­em os pro­du­to­res, a MSD Saú­de Ani­mal aca­ba de lan­çar o Vale­rol, com cin­co dife­ren­tes ações em um úni­co pro­du­to. Entre suas carac­te­rís­ti­cas prin­ci­pais, o pro­du­to pro­mo­ve a indu­ção da lac­ta­ção de vacas de lei­te secas que não este­jam ges­tan­tes, e induz a atre­sia foli­cu­lar, ou seja, a invo­lu­ção dos folí­cu­los do ová­rio, e con­se­quen­te­men­te o sur­gi­men­to de nova onda de desen­vol­vi­men­to foli­cu­lar. Além dis­so, o pro­du­to cau­sa a sin­cro­ni­za­ção da ovu­la­ção, ao mes­mo tem­po em que pro­mo­ve a luteó­li­se (defi­ni­da como a per­da da fun­ção e da ati­vi­da­de do cor­po lúteo) em vacas, inde­pen­den­te­men­te do momen­to do ciclo estral em que se encon­trem. Isto faz com que o pro­du­to seja alta­men­te indi­ca­do para uso nos pro­to­co­los de IATF e de Trans­fe­rên­cia de Embriões em Tem­po Fixo (TETF).

Allflex: tecnologia ajuda a enfrentar o período de transição 

A tec­no­lo­gia de moni­to­ra­men­to ani­mal pode ser uma ali­a­da dos pro­du­to­res de lei­te na iden­ti­fi­ca­ção de doen­ças de for­ma pre­co­ce na fase de tran­si­ção, e tor­nar a ati­vi­da­de ain­da mais efi­ci­en­te e pro­du­ti­va. Esses foram alguns dos aspec­tos abor­da­dos no webi­nar “Uso de recur­sos de inte­li­gên­cia ani­mal e o impac­to na saú­de”, pro­mo­vi­do pela All­flex. O even­to reu­niu espe­ci­a­lis­tas do setor, como o pro­fes­sor dou­tor da Uni­ver­si­da­de Fede­ral do Para­ná (UFPR), Rodri­go de Almei­da, e outros espe­ci­a­lis­tas. De acor­do com o estu­do apre­sen­ta­do pelo pro­fes­sor dou­tor Rodri­go Almei­da, que esti­ma os pre­juí­zos econô­mi­cos que as doen­ças em perío­do de tran­si­ção tra­zem aos pro­du­to­res, o impac­to econô­mi­co de mas­ti­tes, por exem­plo, pode cus­tar cer­ca de R$ 1.629 em pri­mí­pa­ras e R$ 2.132 de pre­juí­zo se a vaca for mul­tí­pa­ra. Já os cus­tos asso­ci­a­dos à hiper­ce­to­ne­mia podem che­gar a R$ 585 por ani­mal e a hipo­cal­ce­mia clí­ni­ca pode cau­sar pre­juí­zos da ordem de R$ 1.200/vaca. Com o uso des­ses apa­re­lhos de moni­to­ra­men­to cor­re­la­ci­o­na­dos ao tem­po de rumi­na­ção é pos­sí­vel iden­ti­fi­car de for­ma pre­co­ce se os ani­mais terão pro­ble­mas de saú­de pró­xi­mos, pois já apre­sen­tam algum tipo de alte­ra­ção em seu com­por­ta­men­to, até mes­mo antes do parto.

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