Vaca produziu mais de 190 mil kg de leite - Digital Balde Branco

CURTAS

Vaca produziu mais de 190 mil kg de leite na sua vida produtiva

O nome dela é “Rho­e­landt 372 Leda Doc Stor­ma­tic” (foto), nas­ceu no dia 5 de janei­ro de 2003, na fazen­da Rho­e­landt (Cas­tro-PR), de pro­pri­e­da­de do cri­a­dor Ronald Rab­bers e Hen­ri­e­ta Rab­bers. Alcan­çou pico de 190.107,92 kg de lei­te, 6.252,68 kg de gor­du­ra e 5.805,04 kg de pro­teí­na, segun­do o ser­vi­ço de Con­tro­le Lei­tei­ro Ofi­ci­al da Asso­ci­a­ção Para­na­en­se (APC­BRH). Alcan­çou essa expres­si­va pro­du­ção vita­lí­cia acu­mu­la­da com 10 lac­ta­ções, em regi­me de três orde­nhas diá­ri­as. O últi­mo par­to deu-se em setem­bro de 2020, e, aos 17 anos de ida­de, encer­rou sua últi­ma lac­ta­ção no mês de abril de 2021.

Entenda os impactos da nova NR 31 no campo

A nova Nor­ma Regu­la­men­ta­do­ra (NR 31) traz um tex­to mais cla­ro e sim­pli­fi­ca­do para faci­li­tar a com­pre­en­são e evi­tar inter­pre­ta­ções equi­vo­ca­das. A Por­ta­ria 22.677, que tra­ta da nova NR 31, foi publi­ca­da no dia 27 de outu­bro de 2020 e entra­rá em vigor um ano depois. Com a nova NR 31, os peque­nos e médi­os pro­du­to­res con­tam com ori­en­ta­ções que aten­dem melhor às suas neces­si­da­des como, por exem­plo, pos­si­bi­li­da­de de uti­li­za­ção de mora­di­as como alo­ja­men­tos, mudan­ças nas regras de dis­tan­ci­a­men­to de cons­tru­ções para arma­ze­na­men­to de defen­si­vos agrí­co­las, inser­ção do con­cei­to de “tra­ba­lho iti­ne­ran­te”, refe­ren­te aos tra­ba­lha­do­res que per­cor­rem a fazen­da sozi­nhos ou em peque­nos gru­pos para ati­vi­da­des pon­tu­ais, inclu­são de ori­en­ta­ções rela­ci­o­na­das às áre­as de vivên­cia, fer­ra­men­tas, máqui­nas e equi­pa­men­tos, entre outras atualizações.

Novo kit acelera o diagnóstico da tuberculose bovina

Um novo kit de diag­nós­ti­co desen­vol­vi­do pela Embra­pa Gado de Cor­te (MS) obte­ve alto índi­ce de acer­to na detec­ção da tuber­cu­lo­se bovi­na (TB), doen­ça res­pon­sá­vel por per­das anu­ais de cer­ca de US$ 3 bilhões na pecuá­ria de cor­te e lei­te mun­di­al. A ino­va­ção está em asso­ci­ar o méto­do Eli­sa (sigla ingle­sa para ensaio de imu­no­ad­sor­ção enzi­má­ti­ca) ao tes­te intra­dér­mi­co, atu­al­men­te o úni­co ofi­ci­al para a tuber­cu­lo­se bovi­na no Bra­sil. O novo kit apre­sen­ta como van­ta­gens a pra­ti­ci­da­de, a rapi­dez e a pos­si­bi­li­da­de de tes­tar vári­as amos­tras em cur­to espa­ço de tem­po, além de auto­ma­ção na obten­ção dos resul­ta­dos, bai­xo cus­to e fácil padro­ni­za­ção para uso em dife­ren­tes laboratórios.

Cresce a liderança feminina no Agronegócio, aponta FGV

Ain­ten­sa trans­for­ma­ção pela qual as pro­pri­e­da­des rurais pas­sa­ram nos últi­mos anos aumen­tou a com­ple­xi­da­de dos negó­ci­os e colo­cou o agro em uma rota ine­vi­tá­vel de pro­fis­si­o­na­li­za­ção. Já exis­tem dados que apon­tam para uma mudan­ça de para­dig­ma no coman­do des­sas empre­sas, o que repre­sen­ta uma gui­na­da na for­ma de se faze­rem negó­ci­os agrí­co­las e pecuá­ri­os no Bra­sil. De acor­do com a Fun­da­ção Getú­lio Var­gas, as mulhe­res res­pon­dem por 34% dos car­gos de lide­ran­ças em fazen­das, um pata­mar iné­di­to que não deve desa­ce­le­rar nas pró­xi­mas safras. Em para­le­lo, a digi­ta­li­za­ção dos negó­ci­os, a pau­ta sus­ten­tá­vel e a mai­or cone­xão com o con­su­mi­dor aju­dam a cri­ar um novo mosai­co do campo.

Fungo aplicado na pastagem é capaz de controlar carrapato bovino

Em vez de somen­te apli­car pro­du­tos sobre os ani­mais, cien­tis­tas tes­ta­ram for­mu­la­ções gra­nu­la­res secas com o fun­go Metarhi­zium robert­sii que tam­bém podem ser apli­ca­das sobre as pas­ta­gens. A abor­da­gem ino­va­do­ra foi fei­ta por pes­qui­sa­do­res da Embra­pa, da Uni­ver­si­da­de Fede­ral de Goiás (UFG), da Uni­ver­si­da­de Fede­ral Rural do Rio de Janei­ro (UFR­RJ) e da empre­sa nor­te-ame­ri­ca­na Jarons­ki Myco­lo­gi­cal Con­sul­ting. Os expe­ri­men­tos foram bem suce­di­dos no con­tro­le do arac­ní­deo, uma vez que 95% da popu­la­ção de car­ra­pa­tos em um sis­te­ma de pro­du­ção encon­tra-se no pas­to e não nos ani­mais. As fême­as botam seus ovos no solo, dos quais eclo­dem as lar­vas, que em pou­cos dias estão aptas a para­si­tar os ani­mais. É a pri­mei­ra vez que essa estra­té­gia é utilizada.

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