balde branco

Atender a parâmetros de suplementação vitamínica adequada para cada etapa da vida de fêmeas leiteiras garante produção, reprodução e sanidade

Por João Antônio dos Santos

A suplementação vitamínica tem papel crucial na manutenção da saúde das vacas leiteiras, contribuindo para reforçar seu sistema imunológico, melhorar seu bem-estar e ainda potencializar seu  desempenho e, por tabela, enriquecer nutricionalmente o leite. Isso proporciona benefícios ao produtor, à indústria, ao agregar maior valor à matéria-prima, e ao consumidor, por dispor de um produto de qualidade superior.

Conforme destaca Irmgard Immig, gerente global da empresa, as vitaminas jogam um papel muito importante na manutenção da saúde e bem-estar dos animais, requisitos indispensáveis para que expressem todo seu potencial genético. “O desenvolvimento tecnológico nesse campo permitiu chegar ao conceito OVN-Optimum Vitamin Nutrition (nutrição vitamínica ótima), que dá embasamento a uma suplementação correta e adequada a cada estágio do animal, ou seja, crescimento, produção e reprodução”, diz.

Ela observa que a produção intensiva de leite, que exige cada vez mais dos animais, implica uma série de exigências para que o produtor não depare com problemas de sanidade e desempenho das vacas. “Tanto que é grande o porcentual de vacas descartadas precocemente devido a problemas metabólicos, imunológicos, de fertilidade, reprodutivos e de cascos.

“Geralmente os diagnósticos revelam que a dieta não consegue atender às demandas de nutrientes para as vacas se manterem e também para a elevada produção de leite”, completa ela, explicando que o grande desafio ao longo dos anos é identificar até que ponto a deficiência por vitaminas tem um papel relevante nesse processo.

As vitaminas são micronutrientes orgânicos essenciais, assim como os minerais. Ambos são indispensáveis para a manutenção da saúde e a prevenção de doenças. Andam de mãos dadas, como, por exemplo, é o caso do selênio e vitamina E, uma parte orgânica, outra inorgânica.

Há dois tipos de vitaminas: as solúveis em água, como a B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B5 (ácido pantotênico), B6 (pirodoxina), B12 (cobalamina), PP (niacina), M (ácido fólico), H (biotina) e C (ácido ascórbico), que precisam ser ingeridas diariamente. E as solúveis em óleo: A (retinol), D (calciferol), E (tocoferol) e K (filoquinona), que de alguma forma ficam armazenadas no organismo e não precisam ser ingeridas diariamente.

Leia a íntegra desta reportagem na edição Balde Branco 618, de abril 2016

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