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Tela Belgo Javaporco contra invasão de animais selvagens 

Recen­te novi­da­de da Bel­go Ara­mes foi apre­sen­ta­da ao mer­ca­do, a tela Bel­go Java­por­co, que ofe­re­ce pro­te­ção defi­ni­ti­va con­tra a inva­são de ani­mais sel­va­gens e prin­ci­pal­men­te con­tra java­lis. A cer­ca pron­ta tem 10 fios na hori­zon­tal, impe­din­do a pas­sa­gem do ani­mal; tem alta dura­bi­li­da­de devi­do à cama­da pesa­da de Bezi­nal; alta resis­tên­cia ao impac­to de ani­mais de médio e gran­de por­tes, e fácil ins­ta­la­ção e manu­ten­ção. “Tra­ta-se de uma solu­ção inte­li­gen­te e ver­sá­til, que tem múl­ti­plas apli­ca­ções, entre elas pro­te­ger a lavou­ra e os reba­nhos con­tra esses ani­mais sel­va­gens”, expli­ca Rober Casa­ril, ana­lis­ta de mer­ca­do da região Sul da Belgo.

ÁREA DE RUMINANTES DA AUSTER NUTRIÇÃO ANIMAL CRESCE 46%

Cria­da em mea­dos de 2019 para ofe­re­cer pro­du­tos e aten­di­men­to espe­ci­ais para a pecuá­ria de lei­te, a uni­da­de de Rumi­nan­tes da Aus­ter Nutri­ção Ani­mal já apre­sen­ta resul­ta­dos bas­tan­te expres­si­vos. “Nos­so fatu­ra­men­to em janei­ro de 2020 foi 46% supe­ri­or à média de igual mês dos dois anos ante­ri­o­res”, come­mo­ra o geren­te da área, Wili­am Tab­choury.  Além da equi­pe de espe­ci­a­lis­tas, outro pon­to que dife­ren­cia o tra­ba­lho da uni­da­de de Rumi­nan­tes da Aus­ter é o Pro­gra­ma Geren­ci­a­men­to 360, iné­di­to e exclu­si­vo no mer­ca­do bra­si­lei­ro, que ana­li­sa os ani­mais sob todos os ângu­los: mane­jo, ambi­en­te, nutri­ção, sani­da­de e fer­ti­li­da­de. A uni­da­de con­ta com soft­ware inte­li­gen­te, que moni­to­ra as vacas de lei­te, com aten­ção ao equi­lí­brio nutri­ci­o­nal e desem­pe­nho repro­du­ti­vo dos ani­mais, bus­can­do aumen­to da pro­du­ção de lei­te, com vacas sadi­as e que se repro­du­zem adequadamente.

ZOETIS REPORTA FATURAMENTO DE US$ 6,3 BILHÕES EM 2019

A Zoe­tis, com­pa­nhia glo­bal de saú­de ani­mal, regis­trou recei­ta de US$ 1,7 bilhão no quar­to tri­mes­tre de 2019. O valor repre­sen­ta um aumen­to de 7% em rela­ção a igual perío­do de 2018. O lucro líqui­do do quar­to tri­mes­tre de 2019 foi de US$ 384 milhões. Em igual inter­va­lo de 2018, a empre­sa obte­ve um resul­ta­do de US$ 345 milhões. A recei­ta do quar­to tri­mes­tre de 2019 no Bra­sil foi de US$ 86,9 milhões, um cres­ci­men­to ope­ra­ci­o­nal de 10% em com­pa­ra­ção a igual perío­do de 2018. Em 2019, o fatu­ra­men­to da Zoe­tis Bra­sil foi de US$ 293 milhões, cons­ti­tuin­do cres­ci­men­to ope­ra­ci­o­nal de 9% em rela­ção ao ano anterior.

CRV LAGOA ANUNCIA META DE CRESCIMENTO DE 25% 

Recen­te­men­te, a CRV Lagoa rea­li­zou sua tra­di­ci­o­nal con­ven­ção naci­o­nal de ven­das, que reu­niu sua equi­pe comer­ci­al de vári­os esta­dos do Bra­sil na cida­de de Indai­a­tu­ba (SP). Com o tema “DNA de Líder”, o even­to con­tou com pales­tras, trei­na­men­tos e dinâ­mi­cas, entre outros. Além dis­so, a CRV anun­ci­ou suas estra­té­gi­as e metas para 2020. Para o dire­tor-pre­si­den­te da CRV Lagoa, Rudi den Har­tog, o even­to foi mui­to bom, com um cli­ma de desa­fio, que as pes­so­as acei­ta­ram pron­ta­men­te. “É um sinal mui­to cla­ro de que todos estão envol­vi­dos. Por isso, pre­ci­sa­mos man­ter esse cli­ma e esti­mu­lar a equi­pe a alcan­çar a nos­sa meta de 25% de cres­ci­men­to no volu­me de doses comer­ci­a­li­za­das para este ano.”

RISCO DE CONTAMINAÇÃO POR MICOTOXINAS CAI LIGEIRAMENTE NA AMÉRICA DO SUL 

Pes­qui­sa Mun­di­al de Mico­to­xi­nas da Bio­min 2019, com aná­li­se de mais de 20 mil amos­tras de ração e ingre­di­en­tes para nutri­ção ani­mal, cole­ta­das em 86 paí­ses, incluin­do o Bra­sil, con­cluiu que 75% das amos­tras das vári­as regiões do pla­ne­ta têm subs­tân­ci­as quí­mi­cas tóxi­cas pro­du­zi­das por fun­gos aci­ma do limi­te acei­tá­vel. Em 2019, o ris­co na Amé­ri­ca do Sul caiu de extre­mo para seve­ro, com 89% das amos­tras con­ta­mi­na­das com fumo­si­nas (FUM), pre­sen­tes nas diver­sas maté­ri­as-pri­mas e rações. A toxi­ci­da­de da subs­tân­cia pode cau­sar danos ao sis­te­ma imu­no­ló­gi­co, ede­mas pul­mo­na­res, lesões no fíga­do e tam­bém levar os ani­mais a óbi­to.  “As mico­to­xi­nas repre­sen­tam um gran­de desa­fio para avi­cul­tu­ra, sui­no­cul­tu­ra e pecuá­ria como um todo”, diz Ale­xan­dro Mar­chi­o­ro, geren­te glo­bal de pro­du­to da linha Anti­mi­co­to­xi­nas da Biomin.

ALTA: INVESTIMENTO DE R$ 6 MILHÕES PARA AMPLIAÇÃO DA CENTRAL 

A Alta anun­ci­ou inves­ti­men­to de R$ 6 milhões, nes­te ano, para ampli­ar a capa­ci­da­de de alo­ja­men­to dos ani­mais na Cen­tral, a estru­tu­ra de esto­ca­gem e dis­tri­bui­ção da com­pa­nhia. De acor­do com o dire­tor da Alta no Bra­sil, Heve­rar­do Car­va­lho, as obras de ampli­a­ção devem come­çar nas pró­xi­mas sema­nas, com pre­vi­são de entre­ga até junho des­te ano. “Nes­ta pri­mei­ra eta­pa que­re­mos subir nos­sa capa­ci­da­de de tou­ros em cole­ta dos atu­ais 320 para 392 ani­mais até o fim des­te ano. A meta é che­gar a 464 em 2021”, informa.

FAZENDA MELHORA TAXA DE IDENTIFICAÇÃO DE CIO

reba­nho da Fazen­da Melks­tad, loca­li­za­da no muni­cí­pio de Cas­tro (PR) e fun­da­da em 2012, cres­ceu por meio de fer­ti­li­za­ção in vitro e, atu­al­men­te, con­ta com 3.760 ani­mais, incluin­do 1.850 vacas em lac­ta­ção. Devi­do ao gran­de núme­ro de lei­tei­ras, a pro­pri­e­da­de esbar­rou em alguns desa­fi­os, como obter suces­so repro­du­ti­vo, fator deci­si­vo para a ati­vi­da­de. Por isso, apos­tou na ado­ção de tec­no­lo­gia e ado­tou o sis­te­ma de moni­to­ra­men­to All­flex. Resul­ta­do: a iden­ti­fi­ca­ção de cio melho­rou a taxa de ser­vi­ço de 58% para 68% e a pro­du­ção média de lei­te aumen­tou de 34 para 40 litros de lei­te por dia/vaca.

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